Novidades

Testes

Competição

História

Apresentação

Home » Apresentação

Honda XL 700V Transalp

Enviado por on 14 de Fevereiro de 2011 – 10:1331 Comentários


Conheça a veterana on-off, sucesso em todo o planeta há mais de duas décadas, em breve à venda no Brasil

Antiga ou atual? Se considerarmos a data de seu projeto, a Honda XL 700V Transalp, que ao que consta chegará às revendas da marca no Brasil muito em breve, é uma moto quase jurássica. Todavia, considerando no que ela efetivamente é, independentemente de sua idade, fica difícil imaginar uma moto mais adequada à necessidade de muitos dos nossos motociclistas. Mal comparando – e que me perdoem as mais jovens – a Transalp é como uma bela balzaquiana, mulher madura, experiente, mas encantadora, que dá de dez nas garotinhas mais “durinhas” mas sem nenhum tempero e vivência.

É claro que a Transalp deveria ter chegado antes, bem antes ao Brasil. No entanto havia outras prioridades para a Honda que, como se sabe, formou as bases de nosso já grandioso mercado investindo pesadamente em modelos populares. Ao apostar nos modelos mais simples a Honda não desperdiçou um átomo de sua capacidade industrial na produção de modelos tecnicamente mais sofisticados, ou de elevado valor. Após mais de 30 anos agarrada a essa política de privilegiar o produto de massa, viu-se no dever (obrigação?) de oferecer a seu cliente um leque mais amplo, mostrando que há vida além – e numa Honda – pós CGs, Twisters, Bros e outras tantas máquinas pequenas, simples, mas não simplórias. E vieram as CBR, as Hornet, as CB, Shadow e, agora, a moderníssima VFR e esta Transalp; lendária, ícone de uma época que resiste em passar.
Qual época? A época que lhe deu origem, a das conquistas da Honda no Paris-Dakar. De fato a Transalp nasceu do cruzamento entre os poderosos protótipos vencedores no deserto com bem mais pacatos modelos urbanos, antecessoras das atuais naked, que exploravam características preciosas como simplicidade mecânica, praticidade de uso e custo de exercício baixo.

Aliás, um dos “X” da questão é quanto ela custará. Evidentemente seu preço não poderá estar distante do das concorrentes já à venda no Brasil, tais como a Kawasaki Versys e a Suzuki DL 650 VStrom, ambas na casa dos 33 mil reais. Porém temos um palpite: a Honda deverá situar seu preço mais abaixo, para efetivamente “alegrar” seus revendedores e clientes, aplicando à novidade um valor próximo ao da Shadow 750, ou seja, na casa dos 30 mil reais, ou logo abaixo disto. Mais do que indícios de que a política de preço para a novidade será assim, o que afirmamos vem de nossa vontade de ver uma Transalp acessível, não esquecendo que mesmo se acontentados nesta “reivindicação”, o degrau entre este suposto preço novidade em relação à Honda que a antecederia na tabela, a XRE 300, seria de distantes 15 mil reais, o que mostra uma grande lacuna da Honda em sua grade de modelos, fator que faz a alegria de outras marcas…

A receita - Um V2 robusto e econômico mas com certa vivacidade, plantado num chassi de tubos de seção retangular, suspensões de longo curso, com o conjunto resultando em uma posição de pilotagem ereta, confortável, adequada a longos percursos, inclusive considerando a presença de passageiro e bagagem. Tal moto não poderia deixar de cativar uma boa parcela de motociclistas, ansiosos por uma moto fácil que lhes garantisse competência e bons dotes de dirigibilidade ao colocar o pé na estrada, mas também uma marcante faceta urbana, onde o equilíbrio da ciclística aliado ao comportamento suave do motor e a dimensões não exageradas resultou no que se viu: duas décadas de sucesso no exterior. A versão que chega ao Brasil foi lapidada no decorrer destes muitos anos, incorporando tecnologias atualizadas – a injeção PGM-FI, por exemplo – e uma estética cada vez mais harmoniosa, deixando de lado a rudeza da primeira versão que ainda devia muito de suas formas às Honda pensadas para competir no deserto, e não para serem usadas em cidade e estrada.

A última grande “reforma” da Transalp ocorreu em 2008 e resultou na moto que está nestas páginas. Ponto central é o motor V2 a 52º, derivado daquele que equipava a estradeira Deauville de 2006. Com cilindrada de 680 cm3 (na versão anterior era de 653 cm3), tal motor deu à Transalp um fôlego maior. Com cerca de 60 cv de potência, a qualidade maior deste motor está no torque, de 6,2 kgf.m, bem distribuído no arco de rotações. Dotado de quatro válvulas por cilindro e vela de ignição centralizada para proporcionar uma combustão mais homogênea, o cabeçote conta com apenas um comando de válvulas acionado por corrente. Em poucas palavras: um motor robusto.

Quanto à parte ciclística, a Transalp se vale de um chassi de berço simples desdobrado de aço onde o motor é parte estrutural. Na dianteira a suspensão é convencional, enquanto atrás reina o sistema Pro Link, onde o monoamortecedor regulável dá a roda 173 mm de curso.A frenagem é entregue a um par de discos na dianteira e um simples atrás. Na versão com ABS-CBS, sistema de frenagem antiblocante e que atua em ambas rodas mesmo usando apenas um dos comandos, a pinça dianteira tem três pistões, enquanto na versão sem o ABS-CBS os pistões são apenas dois. A pinça traseira permanece inalterada – pistão simples – nas duas versões.

Como em toda moto com alma de viajante, na Transalp o grande cuidado com a proteção aerodinâmica do piloto foi regra básica do projeto. Assim, o pequeno parabrisa promete grande eficiência, assim como as mãos estão atrás de amplos protetores. Quanto ao tanque, 17,5 litros não é nada de especial, mas oferecem boa autonomia por conta da pão-durice do motor, cujas borboletas de 40 mmØ, associadas ao eficiente gerenciamento da injeção eletrônica, promete marcas de consumo reduzidas.
Um aspecto favorável aos viajantes é a grande quantidade de acessórios disponíveis, ao menos no exterior, para deixar a Transalp pronta para uma tour do Brasil à China se assim quiser seu dono. Do previsível conjunto de maletas laterais e top case, passando por parabrisa mais alto, cavalete central e muitas outras “facilidades”, esta Honda é a típica moto que fará a alegria dos apaixonados pela personalização e instalação de acessórios. Outra vantagem vem da amplitude de banco, alças laterais e do bagageiro traseiro.

A Evolução
A Honda Transalp estreou em 1987. Batizada de XL 600V trazia um motor bicilindro em V – sua marca registrada desde então – de 583cc e inovava no visual através de suas amplas áreas carenadas, uma novidade no ambiente on-off, que também ajudavam a proteger os dois radiadores de alumínio. Singulares eram os aros de roda de alumínio com raios tipo tangencial.Na metade dos anos 90, a primeira grande modificação no visual, com a parte frontal da carenagem mais afilada, agressiva. Um novo painel e alterações no sistema de ignição completamente transistorizado.No ano 2000 a Transalp ganha mais potência e torque através da cilindrada elevada a 650 cc. As formas também mereceram atenção, ganhando contornos mais fluidos e aerodinâmicos.
O aumento da cavalaria também implicou em um chassi mais reforçado, com tubos de secção maior mas mantendo a mesma arquitetura, além do freio dianteiro passar a ter dois discos para fazer frente à maior potência. A altura do banco em relação ao solo foi reduzida assim como a largura do guidão. O painel também foi reformulado. Em 2005, a derradeira alteração da XL 650V Transalp antes da grande “revolução” de 2008: bolha parabrisa fumê, banco bi-color, rodas pretas.

Da esquerda para direita, modelos de 1987 – 2005

Será sucesso aqui? Foi em todo o planeta, por que não aqui? E se seu preço for inferior as 30 mil reais, vai arrasar. Se alguém lhe perguntar o que são aqueles números no tanque, mostre sua cultura de leitor de MOTO!: são as coordenadas do Col du Bonnet, a mais alta passagem nos Alpes. Afinal, ela é a Transalp…

LEIA TAMBÉM:

31 Comentários »

  • Drausio Hermann diz:

    Parabéns Revista da Moto! Enfim, nasceu seu esperado site! Agora, aguardo também com ansiedade a chegada da Transalp, forte candidata a substituir minha atual companheira Honda Falcon. Está certo que faltam alguns detalhes à Transalp, como tanque de combustível maior, sexta marcha e farol duplo, mas no geral ela agrada, e muito! Um comparativo completo com a Yamaha Tenéré 660 (que também virá em breve) será muito bem vindo e necessário para os admiradores da categoria. Uma pergunta, alguém sabe a distância mínima do solo da Transalp XL 700?? Obrigado e sucesso pra vocês!!! abç!

  • Junior diz:

    Que maravilha de reportagem, adorei os detalhes, comentários e fotos!
    Agora só me resta é aguardar o lançamento da Transalp no Brasil, é a moto que eu estou esperando!!!

    Abraços e mais uma vez, parabéns!

  • Aluguei uma Honda Transalp na Argentina e fui conhecer o Museu do Fangio em Balcarce. Fiquei impressionado com o conforto que ele proporcionou a mim e a minha mulher na garupa. Boa velocidade no asfalto (Ruta 2) e proporcionou uma pilotagem rápida e segura nas estradinhas sob chuva, vento e neblina!
    É uma pena que a Honda não tenha lançado esta moto antes pois agora vai ser duro trocar minha F800GS por ela…

  • getulio gazin diz:

    Finalmente estou sentindo o cheirinho desta naquina. Aguardava a tres anos. Acabei adquirindo uma GS 650, em razão de nenhuma novidade no salao da motocicleta, no mes seguinte a honda apresenta no salao do automóvel. Menos mal, pelo menos virá. Parabens pelo site, que tbem a tempo esperava. Sou leitor desde o inicio desta nobre revista, que para mim, motociclista a 38 anos, da de dez na concorrencia, principalmente nas redações sobre o produto.
    Sucesso.

  • Moto simplesmente sensacional. Caso ela venha ao Brasil, iria acirrar a briga com a BMW G650, a Suzuki V-Strom e Kawa Versys.
    Se o preço fosse competitivo, aí o circo iria pegar fogo!

  • Urbano Couto diz:

    Analise a comparação abaixo:
    Modelo
    Honda Transalp 700 x Suzuki DL 650
    Pot. máx. 59 hp a 7750 rpm………66 hp a 8000 rpm
    Torq. máx. 6,1 kgf.m a 5500 rpm…. 6,1 kgf.m a 6400 rpm
    Tanq. comb. 17,5 l…………….. 22 l
    Peso abastecida 231,5 kg……….. 216 kg
    Que tal andar numa moto de média cc que pesa mais do que uma de mil cc.? A DL 1000 pesa 230 kg abastecida. Acredito que a Honda poderia tirar umas gordurinhas da Transalp 700 e melhorar tal produto. Se compararmos com outras marcas de uso misto de média cilindrada, a Honda ficaria mal classificada.

  • ILTO BENDO diz:

    PARABÉNS POR MAIS ESTA INICIATIVA.
    SOU LEITOR DESDE A ANTIGA MOTOSHOW Nº 03 E ATÉ HOJE LI TODOS OS NROS.
    QUANTO A TRANSALP……. SÓ QUANDO ESTIVER NAS CONCESSIONÁRIAS E PUDER TOCAR, POIS FAZEM 13 ANOS QUE OUÇO FALAR NO LANÇAMENTO….ABRAÇOS E CONTINUEM ASSIM

  • Drausio Hermann diz:

    V-Strom 650, Transalp 700, Kawa Versys, Yamaha Tenéré 660, BMW G650 GS são concorrentes porém com propostas distintas. V-Strom é mais on road e confortável – com grandes dimensões, rodas esportivas, e um vão livres em relação ao solo um pouco baixo (15cm), além do curso das suspensões (15,5cm). Não é nada Off e pouco útil pra cidade. A Ténéré é a mais off road e a menos confortável – com banco estreito, motor mono, visual endureiro e vão livre de quase 25 cm e curso das suspensões de cerca de 24cm. Boa pra cidade e terrenos ruis, mas ruim pra rodar muitos kms. A Versys é a mais esportiva, com pneus 100% on road e rodas aro 17. BMW é mais urbanoide tb, mas bem versátil e jpá vem com ABS. Considero a Transalp a mais “meio-termo”. Confortável, meio off, boa pra cidade e estrada. Curso das suspensões de cerca de 17,7 com e vão livre de 16.5 cm, e C-abs.

  • No ano passado eu comprei uma Transalp usada para fazer uma viagem por alguns países da Europa (www.viagemdemoto.com). Me surpreendi positivamente com a moto: econômica, confortável, bom desempenho… Mesmo rodando praticamente só no asfalto, quando precisei passar em estrada de terra ela não me deixou na mão. Gostei da moto.

  • Eduardo Kuhn diz:

    O site era novidade pra mim; a Revista, ainda não conhecia; a moto, sonhando desde o anúncio no Salão Duas Rodas de outubro (2010). Só falta a moto pra completar as gratas novidades. Motoqueiro há pouco tempo (2 anos), infelizmente vou passar adiante minha falcon. Parabéns à revista sobre a matéria. De todas que já li na internet, a melhor, não caindo em mais uma reprodução da ficha técnica.
    Abraços e sucesso pro site.

  • Cristiano Neri diz:

    Bom dia,, para a alegria de todos, a espera acabou..a Transalp estara disponivel em nossas concessionarias em abril, e já estamos pegando sinal. contato 9300-8676

    • Gabriel diz:

      Cristiano, to procurando a Transalp aqui em SP e ninguem tem, vc é de SP? Como faço pra vê-la?

      • Primeiro parabéns pela revista como bom motocilcista leio todas as publicações do mercado, mas vejo com preocupação esse enaltecimento da Honda, primeiro bela mota a VFR e duvidosa a Transalp, que será reformulada em 2012 na Europa e provavelmente como fez a BMW com a G 650GS manterá no Brasil uma moto cara e ultrapassada em designer, devemos valorizar iniciativas como da Kawasaki de trazer logo seus melhores proudtos e devemos exigir isto de todos soo um mercado consumidor maior que qualquer pais Europeu e ainda assim somos tratados como consumidores de terceira, a Honda, Yamaha e Suzuki nos enxergam meramente como consumidores de motos 125 (nada contra uso-as também) mas nos oferecem produtos ultrapassados até mesmo nos seguimentos que são lideres de venda e nós somo consumidores “cavalos de carroça” que usam vendas para enxergarem em unica direção, devemos ter coragem e nos abrir para outros fabricantes de motos e forçar a montadoras lideres a colocar mais e melhores opções no mercado.
        Como explicar que somos um dos maiores mercados consumidores de motos pequenas e as melhores motos são ofertadas em outros paises inclusive asiaticos e aqui só as ultrapassas YYes 125, Titan 150 e YBR. Devemos como consumidores reduzir a participação da Honda no mercado para que eles nos respeitem como merecemos pois na minha opinião somos desrespeitados por estas empresas. ESTAMOS DE OLHO.

  • Bamberg Carlos Valdir diz:

    Boa tarde pessoal!

    Depois do que li, preciso me curvar ao teor da matéria, parabéns aos responsáveis pela edição. Tenho muito orgulho em dizer que sou motociclista e, portanto, tive várias motos e nada me separa da incomparável “7 Galo” que me acompanhou por muitas viagens. Dentre as de destaque, o reteiro entre a Argentina, Chile e Uruguai e outra até Cusco no Perú e confesso, na altitude, só perdeu para as injetadas (BMW), as demais, acompanhou todas no mesmo tanco e sempre na frente. Estou aguardando com ansiedade o lançamento da Honda, na gíria diríamos: “parece um parto atravessado”, para realmente comparar com as concorrentes e me definir, pois gostaria de colocar a minha “Galo restaurada” dentro da sala e , partir para uma máquina que me permita ir até o topo dos vulcões adormecidos do Chile, coisas que tive que fazer de Van.
    Aos motociclistas, Urbano Couto e Drausio Hermann, parabéns, pois foram precisos nos seus comentários e tenho certeza que ajudou muito à todos os que leram a reportagem.

    Que os bons caminhos motociclisticos levem um abraço à todos.

    Att
    Bamberg

  • Estenio diz:

    Vai estar disponível em abril mas não falou o preço…Segundo fiquei sabendo, ela sairá como versão nacional e não importada (alguém sabe o índice de nacionalização?) e com preços de R$ 35 mil para a standart e R$ 38 mil para a versão com ABS. Achei um absurdo de caro!!!

  • SÉRGIO diz:

    A HONDA PODERIA ATUALIZAR A TRANSALP, POR EXEMPLO : SUSPENSÃO DIANTEIRA EM ALUMINIO , INVERTIDA, TIPO UP SIDE DOWN, FAROL MAIS MODERNO, E COLOCAR A VENDA NO BRASIL TODOS OS ACESSÓRIOS ORIGINAIS DA TRANSALP QUE SÃO VENDIDOS NA EUROPA.
    MAS SE TRATANDO DE BIG TRAIL BICILINDRICA COM ABS, SÓ TEREMOS ELA, A KAWASAKI VERSYS E A BMW F800GS, DEPENDENDO DO PREÇO, VEREMOS QUEM GANHARÁ A BRIGA. DIZEM QUE EM ABRIL ESTARÁ Á VENDA POR AQUI.

  • americo diz:

    Novamente os grandes fabricantes nos tratam com produtos antiquados e somente depois de serem amortizados entre jogar fora ou mandar para o brasil…….logicamente mandar para brasil.
    Nosso dinheiro vale o mesmo que os mercados europeus e americano…..alias as margens de lucro aqui são maiores, somos ovelhas ainda, mas estamos amadurecendo e um dia ainda seremos lobos……ai sim teremos lançamentos imediatamente disponiveis para venda pois nosso mercado é imenso……por favor fabricantes, somos o mercado do futuro……não é sempre que vamos ficar aceitando tudo o que vcs nos empurram…….somos apaixonados por motocicletas…….os produtos são bons…mas são velhos e ultrapassados…….

  • Carlos Brazil diz:

    Acabei de ligar para uma concessionária e me informaram que a moto estará disponível amanhã com preços de R$ 34.800 (STD) e R$ 38.500 (C-ABS), magoei. Achei que a Honda iria entra para arrebentar com a concorrência (também cara) mas com este preço… por um produto que não está tão atualizado assim, sim tem ABS, mas caríssimo.

  • SGT SALAZAR diz:

    pARABENS A HONDA
    ESTAREMOS AGUARDANDO O LANÇAMENTO DESTA NOVIDADE,POIS NÓS POLICIAIS TRABALHAMOS COM A XT 660 E PRESIZAMOS DIVULGAR A HONDA NESSE MERCADO PARA COMBATER O CRIME ……….PARABENS

  • SÉRGIO diz:

    ÁGIL, SÓ PODE SER ISSO. A ESSE PREÇO ESTÃO COBRANDO ÁGIL ! A TRANSALP NÃO PODE CUSTAR IGUAL OU MAIS QUE A HORNET. ESPEREM O PREÇO NORMALIZAR.

  • marcus vinicius silva diz:

    Gostaria de dizer que quem fala bem tem meritos, Obrigado Paulo Lameida, sua aluzão me valida, para definir a moto só gostaria que falace sobre longas viajens na versys. Sua afirmação como nostradamus, se relaizou, a Honda fez o maior estardalhaço da transalp, e dentro da maior concessionario de Belo Horizonte não tem a trans até hoje. E ai, como fica. Não vou esperar mais vou de versys e ainda mais que disseram que a transalp não tem freio abs na frente só traseira. e custa 38 milhas. T fora, bMw nova linda a nossa sucata da velha, Vstron no chile tem abs, como pode uma dessas a versys só me deixa cauteloso para longas viajens

  • gilson a. coutinho diz:

    A minha honda transalp é com c abs, e esta com 4000km, fiz uma viagem de Balneário Camboriu, passando por Itapetininga, com destino final Campos do Jordão, neste trajeto atravessei o parque estadual Carlos Botelho – serra, estrada de chão com buracos e lodo-, a moto estava com os bauletos laterais, bau givi 45 litro, e com carona. Já tive entre outras as motos honda varadero 1000, yamaha tdm 900, v strom 1000, V strom 650, bmw gs 1200 adventure, harley Davidson ultra glide, harley Davidson heritage classic, falcon, portanto posso falar em termos de comparativo real. Fiquei surpreso com o desempenho da transalp 700, principalmente naquela estrada do parque estadual carlos Botelho, pois que tinha chovido, e a estradinha de chão em alguns pontos foi passada a patrola, assim barro solto e espesso, muitos buracos, trajeto muito difícil, só quem andou lá sabe o que é, a Honda transalp 700 encarou sem problemas. Assim a transalp 700 com c abs, é uma moto muito forte, confortável, estável, com consumo médio 18km, minimo 16km, e máximo 20km/l. Não acredito que existe no mercado nacional no momento uma motocicleta que proporcione o que a transalp 700, oferece pelo peço de R$ 37000,00. Coloquei alguns acessórios na minha:aquecedor de manoplas, bolha alongada-mais 14cm, e bauletos. Recomendo esta moto, e não acredito que a v strom 650 ou a versys fariam o percurso que fiz no parque estadual Carlos Botelho, nas mesmas condições que eu enfrentei. Daqui a um ano veremos que a transalp 700, será o mesmo sucesso que é a na Europa

  • olavinho diz:

    Comprei uma Transalp. Não sou expert em moto, posso dizer o que achei dela: motor potente, consumo médio (18 km/l), baixa autonomia (200 km), ótima pilotagem, mas p/ longa distancia deveria ter maior conforto para pernas (descanso), o freio dianteiro apresenta ruido na frenagem (tá com 1200 Km),o guidão podia ser mais alto, e tem que ter maior disponibilidade de acessórios (não há).

  • Alexandre diz:

    Comprei a 1 mês uma Transalp e está hoje com 742 km. A moto é FANTÁSTICA. Muito leve no trânsito urbano (parece minha antiga XRE 300) e excelente na estrada. Não posso ainda esticar muito, devido ao amaciamento do motor, mas já coloquei 140km/h e ela ainda está longe da faixa vermelha do conta-giros. Perfeita para passeios e viagens mais longas, pois a posição de pilotagem não cansa. Consumo em torno de 20 km/lt na estrada. Eu e minha esposa estamos adorando a moto. Outro fator importante que analisei antes da compra, foi o número elevado de Concessionárias, tendo em minha cidade e nas cidades próximas várias concessionárias, coisa que não acontece com outras marcas. Aconselho a moto. Abraço.

  • javali diz:

    adquiri uma e rodei 220kms para tirar o cabaço e confesso que me surprendi com o toque e conforto na pilotagem e ciclistica…tive o prazer de ter varias motos como a xt 660 e v-strom 650 e outras esportivas e naked…srad 750, r1, ducati monster, hornet…mas como bom amante das big trail…a casa torna…kkk. na cidade ela comporta-se como a xt, porem sem aquelas derrapagem na trazeira devido ao imenso torque…quem ja pilotou a 66 sabe o que estou falando…felizmente fiz uma mudança na mesma que ao meu ver ficou otima…retirei os retrovisores e coloquei da 66 sendo que para isso comprei 02 esq. e 01 direito devido a rosca da yamaha ser esq. e usa-se a base do retrov. esq. no retrov. direito, R$ 150,00 os orig. nas conc.(03 und)os punhos sem contra-pesos honda…e para cair a roda, o cu da bunda…etc…mas tem cura…contra pesos e punhos da biz 125 ficaram perfeitos…o guidao ja tem a rosca para receber o parafuso…lado esq. serve como uma luva…lado direito corte 5mm da roldana do acelerador e coloque cinco arruelas entre o contra-peso e receptaculo do parafuso o acelerado vai ficar livre…qt ao protetor de mao…ao meu ver sao horriveis, acho ate que ganhou na feiura do da xt 600 os famosos litros de ki-boa…ao menos e assim que os chamamos por aqui…digo, nos comedores de pequi…kkk. nesta mudanças a moto ficou com ar jovial e bem mais atrativa…os retrov. da xt 660 sao perfeitos e nao tem o logotipo da yamaha…e combinam harmoniosamente com o desing da transalp. finalizando e uma motocicleta otima nas curvas, torque surpreendente e uma pilotagem confortavel e prazeirosa…uma excelente compra. abraço

  • jose roberto privati diz:

    as pessoas falam muito sem terem base do que e a transalp, compre uma e ande uns 5000 km voce vera o que e uma moto. parabens honda

  • luiz claudio wanderley pimentel diz:

    bem meus queridos finalmente a tão esperada chegou ao brasil pois a mais ou menos dez anos já estava na europa para a europa ela fica muito bem pois la é muito frio e o motor esquenta muito já para o brasil aja perna para aguentar tanta temperatura gostaria de saber se algum engenheiro da honda diria o que faria para não tostarmos as pernas?

  • MARCO SOUSA diz:

    TRANSALP. MORRAM DE INVEJA, COMPREI UMA…. RRSRSRSRSRS É ISSO MESMO ESTOU RINDO Á TÔA DA CONCORRÊNCIA.

  • Renato diz:

    Adquiri minha Transalp verde em maio 2012, até o momento rodei cerca de 1300 km.
    No meu ponto de vista a moto é boa, macia, nao é cansativa, consome pouco, responde bem em ultrapassagens sem exigir reducóes de marchas.
    No quesito aquecimento ou calor direcionado as pernas, ainda nao pude notar pois moro no RS e estamos no inverno vou esperar até o verao e somente após manifestarei minha opiniao sobre este quesito.

  • julio diz:

    fiz uma carta de credito so para adiquerir uma transalp espero ser logo contemplado o quanto antes chego a sonhar com essa moto espero nao me desepsionar

  • Olá…boa tarde.
    Realmente a transalp é uma bonita jurassica. Tem suas vantagens como a cilindrada moderna para o uso urbano.Porém para a altura mediana do brasileiro, deveria ser mais baixa uns 8cm. e aquecer menos as pernas do condutor.( andar de bermudas é um sufoco) Fiz test drive mas optei pela falcon 400i 2013, que alem de ser mais em conta, é mais leve e não esquenta as pernas, e faz 24km/l….

Deixe um comentário

*