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Yamaha: uma YZF-R250 no Salão?

Enviado por Roberto Agresti on 10 de Agosto de 2011 – 2:2924 Comentários

A YZF-R250, de acordo com o site inglês Visor Down

As notícias – confirmadas – da chegada ao nosso mercado da Honda CBR 250R e da Kasinski – Megelli 250, ambas destinadas a tentar torpedear o sucesso da Kawasaki Ninja 250, desencadearam uma compreensível revolta entre muitos leitores. O alvo? A Yamaha!

Marca pioneira no Brasil – a primeira a se instalar no país com uma fábrica no já distante ano de 1975 para fazer as RD 50 – é Yamaha acusada pelos seus fãs de excessiva timidez. De fato, desde a YBR 125 até as Lander e Fazer 250 estão há bom tempo sem atualização digna de nota, e enquanto isso a concorrência “acelera” com vontade oferecendo novidades importantes. Especulações não faltaram nos últimos anos, a principal dela dando conta que a Yamaha atualizaria sua boa Fazer 250 usando o design da Yamaha FZ 16, moto vendida no mercado asiático mas com motor de 150 cc.

YAMAHA FZ 16

Segundo afirmaram na época (2009) o motor da Fazer 250 seria usado na referida novidade, que além de visual diferente conta com um quadro tipo Diamond. Porém…você viu esta moto? Eu não… O tempo passou e uma 250 naked, com visual de FZ 16, já não é algo que possa ser considerado moderno ou suficiente para encarar o que vem por aí e o que já está aí, como a Ninja 250.

E é na distante Índia que, talvez, esteja a moto que nós gostaríamos de ver nas revendas Yamaha do Brasil: a YZF-R250. Tal moto nada deve em termos de design às mais bajuladas superesportivas da marca dos três diapasões, R1 e R6, e segundo consta virá equipada de um moderno motor monocilindro de refrigeração líquida com duplo comando no cabeçote, alimentado por injeção eletrônica e dotado de válvula de escape para melhorar o torque em baixos e médias rotações. Tal motor  seria uma versão anabolizada do motor da Yamaha YZF-R125 vendida no mercado europeu, que “fala” bons 15cv, com 1.25 kgf.m de torque num corpinho lindo que, porém, pesa um pouco demais: 138 kg. A única imagem disponível desta moto, e ainda por cima em preto e branco, foi divulgada pelo site inglês Visor Down, que republicamos aqui.

Yamaha YZF R15

Nossos colegas indianos já viram tal moto em teste no início deste ano, todavia há controvérsias entre eles: uns juram que se trata apenas de uma nova versão da Yamaha YZF R15, já vendida por lá, uma pequena esportiva com motor 150 cc monocilindro com refrigeração líquida. Seja o que for, parece pouco provável que a Yamaha da Índia, assim como a da Indonésia, Tailândia, Malásia e Vietnam, mercados extremanente agressivos e onde a competitividade entre marcas é muito mais acirrada que em nosso mercado (onde à diferença de lá a Honda domina com percentual esmagador), deixe o crescente segmento das 250 entregue à voracidade de Honda, Kawasaki & outras.

YZF R15: na transparência, note o Deltabox e o monocilindro inédito

E esta mesma postura é que todos esperamos da Yamaha brasileira, cujos adjetivos para desqualificá-la que lemos nos post enviados por muitos leitores não fazem jus à importância da marca, no que pese a ‘hibernação’ pela qual passa a subsidiária daqui. Assim sendo, o que efetivamente esperar? Que no Salão da Moto em outubro próximo, em SP, vejamos uma bela 250 Yamaha, com quadro Deltabox de aço, visual digno de R1 e motor… bem, este gostaríamos que fosse o tal 250 refrigeração líquida, ou até mesmo o 150 mas há até chance de vermos o motor da YBR 250 Fazer encaixado na novidade, o que seria frustrante. Porém… mexa-se Yamaha, seus fãs imploram por um sinal de vitalidade!

24 Comentários »

  • Rocão diz:

    Gostar de Yamaha é igual torcer para o Atlético Mineiro, um sofrimento só. Bom, de qualquer forma, continuo apaixonado pela minha XT660R, que tosse, tem peças caras e segue sendo minha preferida. Vai entender. Outra pisada na bola foi esta nova R1, com som feio pra dedéu, e pior, com carenagem gigante. A moto tá um caminhão. Outro problema é o critério fraco na escolha das concessionárias, deixando um único dono dominar uma região e praticar preços elevados. E a prática, também comum nas concessionárias Honda, de cobrar de cercear o direito de escolha de compra do consumidor cobrando de outras concessionárias “taxa de invasão de área” quando procuramos melhor opção de compra. Cadê você, Ministério Público? Quando se deixa um único dono ser dono de todas concessionárias de determinada região, a coisa se agrava. O sucesso da Honda, não é só de produto: é de posicionamento, de estratégia comercial, de marketing, preço de peças.

  • Antonio Américo Filho diz:

    A Yamaha Brasil precisa de uma total reformulação de pensamento (diretoria?) para reagir. Nosso mercado não é mais aquele com duas marcas: a líder e o segundo lugar. Até que um lançamento destes ocorra, as outras ja terão atualizado mais duas vezes seus produtos, e o resultado é que a marca dos diapasões vai continuar soltado pipas enquanto as outras voam de jato….

  • Carlos Mello diz:

    Não é só no segmento das 250cc que a Yamaha dorme. No segmento das scooters também. Ela possui vários modelos na Europa, um mais bonito que o outro, mas aqui só vemos a Neo Tailandesa… Tenho uma, é uma ótima motoneta, mas lá na Tailândia ela já é 135cc há alguns anos (Yamaha Nouvo)… Enquanto isso vemos Dafra com a Smart e a Citycom, Honda com a Lead, Kasinski com a Prima e até a Suzuki com a nova Burgman 125i. A qualidade das motos da Yamaha é indiscutível, mas a agilidade para se manter “nova” deixa muito a desejar…

  • vicente diz:

    Alem da 250 moderninha,poderia tbm colocar injeção eletronica na sua 125 guerreira e de preferencia flex,depois do king kong da suzuki,com sua “gsr” de 20 anos atrás,tomara q a yamaha traga algo de impactante no salão.E tome uma atitude mais agressiva no seu marketing.Eperar pra ver…

    • vicente diz:

      que tal se vcs entrevistassem alguem da yamaha só pra saber o q eles dizem sobre a imagem q a a fabrica esta cultivando entre seus fãs.pq desagradar quem realmente gosta da marca é uma estrategia q tem como final o mesmo lugar de agrale,mz,sundown e tantas outras.No mais parabéns pela revista e o site.

  • Rods diz:

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Essa eu quero ver….

    Sem contar que a cc da minha cidade é um lixo em termos de estrutura. Tudo sujo, empoeirado, vendedores ruins que caíram na profissão e vendedor de motos de para quedas…. Não sabem nada de moto… E estão lá.

    Lamentável…. Enquanto isso FZ8 e 1… Nunca!

  • Mauricio Martins Kaufmann diz:

    Bá…mas me empolguei quando vi a foto na capa do site da yzf 250r amarela…pensei que tivessem informação da motocicleta vindo para o Brasil mesmo, ai quando li foi só desânimo!

    Que tragam mesmo assim, pois é bonita.

  • Baba diz:

    Como é possível uma marca que fez motos como a XT 500, RD 500LC, FJ 1100, R1, entre tantas outras motos antológicas, dar esse verdadeiro vexame no Brasil? Acho que do jeito que está é melhor sair do Brasil e depois a Dafra vai lá no Japão e fecha acordo de montagem CKD em Manaus!

  • Wellington Cassiano diz:

    Pois é, vou engordar o coro dos descontentes. Estou em minha segunda Yamaha em 3 anos, sou fã da marca, mas é patente e infeliz a atual postura da montadora que leva séculos para tomar decisões hesitantes. Os buracos na linha não podem ser preenchidos com versões meia-boca de motos já existentes, vide a Ténéré 250. Cadê a R6, Yamaha? Não se preocupem que ela não toma compradores da XJ6. Cadê a FZ8 ou a FZ-1? Não se preocupem, elas também não vão tomar compradores da R1. É outro público, sacou?
    Neo e Crypton são ótimas. Mas que tal um X-Max ou um scooter de 250/350cc? Cadê a Ténéré 660? E a XT Motard? Que tal uma 400/500 bicilíndrica, para servir de ponte entre a Fazer 250 e a XJ6? Até quando, Yamaha, você vai deixar brechas para que as outras montadoras lancem produtos viáveis? O mercado brasileiro é um dos que mais crescem no mundo. Cresça, dona Yamaha. Você pode. E deve.

  • Rodrigo 25 diz:

    É interessante como a Yamaha dá as costas para o mercado brasileiro em vários aspectos tais como número de concessionárias, o atendimento nesses locais também é precário diga-se de passagem, a quantia de modelos é pequeno na minha opinião, não se vê modelos badalados como a R6, FZ1 ou Ténéré660 ou lançamentos que chacoalham o mercado. Aparentemente esse cenário está prestes á começar mudar mas se não mudar e logo a Yamaha perderá o segundo lugar no ranking com certeza. Tomara que venha alguma novidade, seria muito legal ver uma YZF-R250 com cara de R1 nas ruas mas se for monocilindrica vai desagradar a muitos. Não entendo a “febre´´ das fábricas pelas esportivas 250 mono, será que só a Kawasaki tem peito pra fazer uma bicilindrica? Em outubro veremos…

  • Cristiano diz:

    Sempre gostei das motos da Yamaha, mas confesso que com a politica adotada nos ultimos 5 anos, não tenho mais coragem de comprar seus produtos…. Tomara mesmo que ela acorde enquanto é tempo… a Kawasaki vai ficar em segunda logo logo….

  • Carlos Mello diz:

    Como esta notícia fala de uma possível novidade no Salão das Duas Rodas, por curiosidade entrei no site do evento e o nome da Yamaha não consta na lista de expositores… Honda, Dafra, Kasinski, Kawasaki e até a quase falecida Sundown estão lá… Será que a Yamaha não estará no Salão? Não encontrei em nenhum lugar a confirmação oficial da presença dela… Lembro que no último evento em 2009 o stand da Yamaha estava bem fraquinho, como tenho uma Neo, achava que poderia ter alguma novidade, mas só tinha uma Neo branquinha e uma roxa… (Enquanto o da Honda trazia a nova Hornet, CB300, XRE300, Lead).

  • volnei pereira diz:

    fala sério MOTO! primeiro vai vir a honda c/sua CBR depois a kasinski,depois a suzuki,depois alguma outra marca”xineza”

  • Rods diz:

    É lamentável….

    Os grandes lançamentos a Yamaha Br nos últimos tempos:

    Nova “velha” Crypton

    YBR dos times de futebol paulista (kkkkkkkkkkkkkkkkkk)

    Ah… Td carburada….

    A Tenere 1220 trouxeram míseras 100 unidades…

    Tenere 660???? Onde? Quando? Só Deus sabe….

    Scooter X-Max???? Esqueçam…

    Fz8???? Xiiiiiiii…..

    3ª Yamaha que tenho… Próxima, vou de Honda…Infelizmente…

  • Jorge diz:

    Quando vi a chamada. Pensei.. opa.. finalmente a Yamaha do BRASIL acordou… mas lendo toda a matéria: É..Talvez.. será.. pode ser..nada oficial.
    Outro dia mandei um email para Yamaha do BRASIL, reclamando da sua postura de ficar de braços cruzados e ver o bonde andando. Ela me respondeu: Que estão seguindo as diretrizes da matriz. As ordens deve ser : cale-se, feche os olhos e tampe os ouvidos. Sou fã da marca, já tive, RD50,RD125,RD350(viuva negra) DT180,XT600 e atualmente a FZ6S(as ultimas)uma belissima moto, que tiram de linha.Colocaram a XJ6 e XJ6F, que é uma boa moto p/iniciante, mas para usuário mais experiente.. não dá. É uma pena essa postura da filial brasileira.

  • yuri calmon diz:

    A YAMAHA ainda não se livrou dos carburadores !!!

  • Troy Sakata diz:

    Conforme previsão de um tal de Nostradamus, durante as primeiras décadas do século XXI a marca dos 3 diapasões se auto-destruiria. Terremoto, falta de coragem,Tsunami, cegueira comercial, catástrofe nuclear, paralisia diante dos concorrentes, EUA e Europa falidos faz crer que desta vez o “Nostra” merece um voto de confiança. Pobre Yamaha, teve tudo para ser lider…

  • marcilio albuquerque diz:

    Sem comentários!! tirou as palavras da minha boca, a REVISTA DA MOTO!
    Se ela (YAMAHA) não nos ouve (ou nos veem)em post de varios sites do segmento, pode ser que ela se pronuncie e nos dê uma resposta para tal fato aqui mencionado, num veículo de grande circulação como é esta revista!
    Ate agora, não vi nenhum veículo deste segmento que falou por nós e, como nós exatamente pensamos como foi este, dito aqui!!!
    É isso aí Revista da MOTO!

  • Fabio diz:

    Eu já estou cansado de reclamar!

    Em outubro estarei no Salão de Duas Rodas esperando a Yamaha tomar mais uma lavada de Honda e cia Ltda… Estou na minha quinta Yamaha em 6 anos > Neo > YBR > Fazer 250 e agora Neo + FZ6S. Fora a SuperTenere, cheguei no topo da cadeia alimentar da Yamaha, pois a R1 é uma moto defasada, a R6 só na Argentina, FZ1 e FZ8 só em sonho, Majesty 250 é scoooterzão de revista, então, daqui para frente, esqueça Yamaha…

    Repito o que já está virando meu bordão: ACOOOOOORDDAAAA YAMAHAAAAAAAA…………

  • evaldo diz:

    cansei de torcer pra time perdedor, quero mais é que a Yamaha seja ultrapassada pela dafra e kasinski, fico decepcionado de ver que a anos a ybr e fazer vendem a mesma quantidade(10000 e 2000 mensais). Enquanto isso os números da honda naõ param de crescer.

  • Mauricio Carmello diz:

    E as cores adotadas pela Yamaha na linha Fazer250? Roxo (horrível), Vermelho metálico (bonito mas ja´cansou). Já mandei diversos e-mails para a fábrica e fica a pergunta; é tão dificil pintar um modelo com mais opções de cores?

  • João R diz:

    Olá pessoal,
    Primeiramente botar meu respeito pela Yamaha e seu maravilhoso portifolio de opções que oferece (lá fora); um fabricante com excelente qualidade e prestigio. Só dito isso, vamos la…

    Nos últimos 5 anos, nunca percebi na Yamaha-Brasil uma “tentativa” de lançamento que realmente me fizesse abrir os olhos e ficar surpreso. Sómente deu jeitinho no reaproveitamento de motores, descontinuidades de modelos que sofreram de preços superfaturados (dai o pouco volume nas vendas) e importação sem níveis de posveda competitivos para o mercado atual.
    Semelhante a Suzuki-Brasil, acontece que sómente resolve comer pelas beiradas apresentando produtos “similares o ultrapassados” do tipo “Mille, Classic, Gol G4, Ka, Agile, Golf, Kombi e por aí que vai…”).
    Sugiro que no lugar de “inventar” o que nem tem lá fora, poderia começar a respeitar o usuario e consumidor brasileiro iniciando a montagem CKD dos seguintes modelos:

    FZ8N/S na faxa de 31,9mil
    Familia de scooters X-Max (125/250cc ) na faxa dos 9,9mil e 12,9mil
    Ténéré 660Z na faxa dos 30,9mil

    Todas as 3 opções são bem racionais, tem potencial de negocio pra caramba nos próximos 3-5 anos e possibilidade de serem montadas em Manaus. Qualquer outra re-ação e simples jeitinho de quem tá nem aí para um dos maiores mercados emergentes do mundo.

    Resumo dizendo que nem os brasileiros merecem uma resposta “fulera” nem a propria Yamaha.

    Enfim, uma crítica construtiva.

    Abçs…

  • Renato Kawano diz:

    Sou um feliz proprietario de uma R1 2004 e uma Neo 2008.Gosto muito da marca Yamaha, mas tambem estou muito decepcionado com a filial brasileira. Ha anos venho aguardando lancamentos como R6,tenere 660, XMax 250, que sao simbolos da tecnologia e do espirito Yamaha nos maiores mercados mundiais, que hoje estao em declinio, sendo muitos deles menores que o mercado brasileiro.
    Enquanto fabricantes como BMW, Kawasaki, Harley Davidson e outros investem cada vez mais em nosso mercado, com lancamentos sensacionais, a Yamaha ainda nos trata como um pequeno e irrelevante mercado de terceiro mundo. A R1 sempre foi a esportiva favorita do mercado, mas nunca foi trazida em numero suficiente pela fabrica.Exemplo perfeito para mostrar como a politica conservadora da fabrica possibilita o crescimento de concorrentes, como os importadores independentes, que trazem R1 e R6 em grande quantidade para abastecer o mercado que a Yamaha ignora.
    Ja decidi,minha proxima moto deve ser uma BMW, que tem investido cada vez mais em nosso mercado.Yamaha, cansei de esperar…

  • Wellington Cassiano diz:

    @ Rods, uma correçãozinha: não teve YBR dos times do Paulistão. Teve só do Corinthians…Dava menos trabalho, era só pegar uma moto preta.

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