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TESTE: CB 300R Vs. FAZER 250 BLUEFLEX

Enviado por on 9 de Maio de 2014 – 1:0654 Comentários
 

 

_EPI0001Nosso primeiro comparativo reunindo motos flex do mercado trouxe duas boas street, a Honda CB 300R e a Yamaha Fazer 250 BlueFlex. Esta última, lançada em meados de 2012, foi pioneira na tecnologia bicombustível para as 250 cc. A resposta da Honda veio em fevereiro de 2013, trazendo a tecnologia flex e um novo defletor lateral integrado à carenagem – aumentando a ligeira imagem de “musculosa” que o modelo tem, enquanto a Fazer exibe um visual menos ousado e, nesta versão flex disponível apenas nas cores prata ou preta, bem discreto. O acabamento da Honda é superior, e aparece mesmo em detalhes como a exclusiva shutter-key – sobrefechadura acionada magneticamente pela extremidade da chave.

Por sua vez, os painéis são modernos e oferecem informações suficientes. Semelhantes, trazem contagiros analógicos e displays digitais com velocímetro, um hodômetro total e dois parciais, marcador de nível de combustível e as tradicionais luzes-espia para injeção eletrônica, neutro, farol alto e piscas. A Fazer traz também o útil hodômetro do combustível (fuel trip). Em relação às motos movidas a gasolina das quais derivam, trazem ainda espias específicas para alertar sobre a concentração excessiva de etanol no tanque – em ambas deve-se sempre adicionar uma pequena proporção de gasolina para facilitar as partidas sob temperatura ambiente abaixo de 15ºC. Uma providência simples e relativamente prática, pois a tendência na indústria automobilística é o pré-aquecimento do etanol, dispensando qualquer trabalho extra.

Curioso é o SYS (Sistema Yamaha de Segurança) da Yamaha: quando a luz-espia pisca, indica que a temperatura ambiente está abaixo dos 20ºC e que, mesmo assim, a partida pode ser dada normalmente. Quando permanece acesa com o motor em funcionamento, acusa que a temperatura ambiente está muito baixa e que o SYS está ativado: é preciso esperar ela se apagar para partir com a moto, pois caso você engrene uma marcha nessa situação, o motor é desligado. O sistema visa evitar que o motociclista saia com o motor falhando, o que tem potencial para criar situações de risco.

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DUAS OU QUATRO? – Os motores são bem diferentes, apesar de coincidirem na refrigeração a ar e na adoção de bons radiadores de óleo. A Honda aposta no DOHC (Double Over Head Camshaft, dois comandos no cabeçote), de 291,6 cm3 e quatro válvulas, derivado daquele da antiga Twister. Desenvolve torque de 2,82 kgf.m a 6.500 rpm e potência de 26,53 cv a 7.500 rpm quando abastecida com gasolina, ou 2,86 kgf.m e 26,73 cv quando se utiliza álcool. A variação pequena se deve, entre outras coisas, à manutenção da taxa de compressão da moto “petrolífera”. No geral suave, na faixa de rotação acima das 7.500 rpm este DOHC apresenta uma pequena vibração.

Já a Yamaha optou por algo mais simples, mas bastante eficaz: o OHC (Over Head Camshaft, um comando no cabeçote) de 249 cc e duas válvulas, tem arquitetura singela, mas traz segredos vindos diretamente das pistas – como o pistão forjado compacto e o cilindro com revestimento cerâmico antidesgaste e antiatrito. Assim, apresenta 21 cv de potência a 8.000 rpm e 2,10 kgf.m de torque a 6.500 rpm – a Yamaha não divulga diferenças quando se abastece a BlueFlex com etanol, e como na rival, não houve alteração na taxa de compressão. Pouco vibrador, este OHC exibe um inconveniente ruído, como se fosse comando ou biela “batendo”.

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Há 10 kg de diferença entre os pesos a seco das duas motos (147 kg a Honda sem ABS e 137 kg a Fazer), mas como a primeira tem capacidade cúbica 20% maior e é bem mais potente, a lógica se fez presente: o desempenho da CB é melhor, mas não tanto quanto os números fazem supor – o que é um mérito para a Fazer, que tem apenas duas válvulas. A Honda leva vantagem principalmente nas retomadas, mas mesmo sua velocidade máxima é um pouco maior (136 km/h, contra os 133 km/h da BlueFlex), o mesmo ocorrendo com as acelerações. Os câmbios não atrapalham nenhuma delas: com cinco marchas, são precisos e bem escalonados, com pequena vantagem na maciez de engates na CB. Para melhorar, seria interessante que ambos contassem com a sexta marcha, pois em trechos longos de estradas as duas pedem uma velocidade a mais para aliviar o motor e trazer mais economia.

Nas nossas medições, anotamos acelerações e retomadas minimamente melhores com etanol. A lógica aponta para a melhora, pois com este combustível, que tem maior octanagem, os sistemas automaticamente reajustam o ponto de ignição até o limite conveniente, teoricamente ajudando no desempenho. Voltando ao petróleo, nas duas motos não registramos tendência à pré-ignição, muito comum em veículos flex quando abastecidos com nossa gasolina de octanagem apenas regular.

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Em termos de suspensões, há duas escolas diversas. Com apelo um pouco mais esportivo, a Honda CB 300R tem amortecedores dianteiros de 130 mm de curso e um monoamortecedor traseiro de 105 mm de curso, sem regulagem ou links (é fixado diretamente à balança). É uma moto fácil, ágil nas mudanças rápidas de trajetória, com uma ciclística muito bem acertada. A estabilidade é ponto alto, no que colaboram os pneus mais largos (110/70-17 frontal e 140/70-17 traseiro, contra os 100/80-17 e 130/70-17 da Yamaha). Falando em BlueFlex, suas suspensões exibem 120 mm de curso na dianteira e um monoamortecedor para 120 mm na traseira; tem links e cinco regulagens de pré-carga, deixando a moto mais macia e progressiva e melhorando o conforto, sobretudo na cidade. Gostamos mais das suspensões Yamaha, por serem mais confortáveis, sem chegar a comprometer a estabilidade.

Quando o assunto é frenagem, as duas concorrentes se saem bem. Além de virem calçadas com ótimos pneus, têm freios dianteiro e traseiro a discos de bom tamanho – respectivamente 276 mm e 240 mm na Honda, e 282 mm e 220 mm na Yamaha. As duas têm pinças flutuantes de dois pistões na frente (três, no caso da CB com ABS) e pinça flutuante monopistão atrás. São motos que param com segurança, mas ela pode ser maior ainda só na CB, que oferece a (cara) opção dos freios C-ABS, que reúnem os benefícios do ABS e do CBS (Combined Brake System, sistema combinado, com o pedal acionando parcialmente também o freio dianteiro). Pena que isso custe nada menos que R$ 1.700 – e olha que já chegou a custar R$ 2 mil!

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VIAJANDO – Duas excelentes opções para se rodar na cidade, na estrada a CB ataca com seu maior desempenho, enquanto a BlueFlex procura reagir com o maior conforto, notadamente em suspensões e no menor nível de vibração – apesar de seu motor gerar mais ruídos que o da CB, que tem um eixo balanceador menos eficiente. Nas tocadas noturnas, as duas fazem valer os refletores multifocais e a boa potência de 55/60W dos seus faróis, aumentando a segurança. Quanto à lanterna traseira, o destaque vai para a Fazer, com design moderno e iluminação por LED. Ambas geralmente conseguem manter 120 km/h, a velocidade máxima permitida nas melhores rodovias do País, mas quando se coloca etanol nos tanques (18,4 litros o da CB e 19,2 o da Fazer) as autonomias caem até 30%, exigindo atenção com a distância em que está o próximo posto de combustíveis.

Já que tocamos no assunto, quanto essas motos gastam de cada combustível? A Yamaha é razoavelmente econômica até 6.000 rpm, quando chega a fazer marcas vizinhas dos 30 km/l (gasolina) e 22 km/l (álcool), tanto na cidade como na rodovia. Passando dessa rotação a BlueFlex passa a beber bem mais – por exemplo, na estrada, imprimindo 7.800 rpm para conseguir manter 120 km/h indicados, obtivemos com o combustível vegetal apenas 18,6 km/l: com 280 km rodados o indicador de combustível começou a piscar indicando a reserva, e com 375 km completados o combustível acabou. Repetimos o trajeto usando gasolina, e a surpresa é que as coisas não melhoraram muito: 22,5 km/l à mesma alta velocidade, indicador piscando com 115 km e combustível terminando ao se completarem 432 km. Bem dentro do que a fábrica sugere: a BlueFlex passa a gastar cerca de 20% a mais quando abastecida com álcool.

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A Honda gasta um pouco mais, com o agravante de ter um tanque ligeiramente menor (contrariando as aparências). Até rotações medianas pode registrar algo entre 28,5 km/l com gasolina e 20 km/l com etanol. Na estrada, a 120 km/h, faz cerca de 18 km/l com álcool e 22 km/l com gasolina. Com as duas motos, deve-se levar em consideração ainda uma outra conta, lembrando que a diferença de preço entre os dois combustíveis varia conforme o período do ano ou a região. Abastecer com álcool é vantajoso quando custa menos do que 70% do preço da gasolina, aproximadamente. O cálculo é simples: basta multiplicar o preço da gasolina por 0,7, se o resultado for inferior ao preço do álcool no posto, é mais vantagem abastecer com o combustível de origem vegetal.

Enfim, quem ganhou? A análise das notas abaixo revela que em nenhum dos itens uma abriu mais de meio ponto de vantagem em relação à outra, o que faz ver grande equilíbrio. A Honda ganhou em seis itens, a Yamaha em quatro, e na soma geral das notas a CB 300R vence por um mísero pontinho. Quase um empate técnico. Todavia, por praticamente o mesmo valor, quem optar pela Honda leva mais performance global oferecida pelos 41,6 cm3 a mais do motor. E vale frisar que na Fazer não há frenagem ABS opcional, o que é um pecado grave.

A CB 300R, que pode ser preta, vermelha ou branca, tem preço sugerido de R$ 12.040 (versão Standard) e R$ 13.740 (versão C-ABS). A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem. A Yamaha Fazer 250 BlueFlex, nas cores branca ou azul, tem preço sugerido de R$ 11.990, e a mesma garantia. Os seguros, indispensáveis nas grandes cidades brasileiras, têm preços salgados – principalmente o da Honda. Na nossa simulação com um perfil padrão, variaram de R$ 2.978 (Fazer) a R$ 4. 300 (CB 300). Se quem compra uma moto flex pensa bastante na economia, este é mais um bom motivo de ponderação.

 

Texto: Felipe Passarella/Fotos: Gustavo Epifanio/Edição 220, Abril de 2013

 

boletim cb300 vs fazer 250 flex site

 

ficha cb 300 flex site ficha fazer site

medicao cb 300 flex site

medicao fazer 250 flex site

  • Tabajara – São Carlos – SP

    Eu não ouvi ninguém reclamar da Yamaha. Creio que as reclamações com a CB 300, seja com relação a algum ajuste que ainda precisa ser feito.

    • neco

      internet tá ai cara, só procura que vc acha reclamações

      • luiz

        Então já que vc você TB acessa internet, sabe que as reclamações sobre a CB são infinitamente maiores do que a Yamaha… Só o tal vazamento de óleo, putz…

  • Adeilton Rodrigues

    Boa noite caros leitores. Sou proprietário de uma YS Fazer 2013 e realmente o que o Tabajara comentou procede, dificilmente você encontra um proprietário insatisfeito ou muito insatisfeito. Quanto a matéria não percebi imparcialidade no quesito Suspensões ao qual mesmo deixando a critério do “gosto cada um tem o seu, escolha”…deram uma estrela à mais a Honda CB300R poque será?…

  • http://www.revistadamoto.com.br samuel

    Gostei

  • rick

    ATÉ QUANDO A YAMAHA E A HONDA VÃO CONTINUAR EMPURRANDO ESTAS VERSÕES ULTRAPASSADAS COM TECNOLOGIA DA 2º GUERRA ? ISSO SEM FALAR DO PREÇO !!

  • http://www.revistadamoto.com.br/cb-300r-vs-fazer-250-blueflex/#more-8398 Sandro

    Tive uma Fazer 2011(já modelo novo) e simplesmente a melhor moto que possuí. Viajei bastante com ela e sempre fazendo médias acima de 29 km/l. Algumas vezes alcançando até 38 Km/l. Nunca deu problema.
    Vendi pra pegar uma XT 660 2012 e estou muito satisfeito. Yamaha é Yamaha!!

  • dalmofraga

    Pela primeira vez uma revista faz um comparativo sem “vícios”. Já possuí os dois modelos, uma CB e 03 Fazer. e o fato é que a Fazer não quebra,é pau para toda obra; sem contar aquele tanque que dá uma senhora autonomia. Não que a CB300 seja uma moto ruim, Mas A Fazer passa mais confiabilidade. Mas tudo é questão de gosto. Mas o comparativo foi excelente.

    • Welton Alisson

      Sim verdade, eu só quero pegar a CB300 por questão de Velocidade por ser uma mais Cilindrada, e tambem pq na Yamaha daqui aonde eu moro é mais cara do que a honda….

  • Nilmar Camilo

    Só um ponto que gostaria de comentar sobre o consumo da Fazer. Peguei a minha em 31 de março e uso ela para viajar minha menor média até agora andando entre 130 e 140km/h (acelerador aberto) foi de 22km/l. Vale colocar que viajo geralmente em pista dupla e não fico preso atras de transito. Ela é extremamente econômica.

    • Edivaldo Pazeto

      Não vejo onde ela é tão econômica se faz 5km/L á mais que a CB com 50cc á menos… pra mim dá no mesmo…

      • luiz

        Sim é mais econômica! Mesmo a Fazer tendo um menor cc, anda tanto quanto uma 300cc ahhhhhh e consumindo menos! Sem falar na MNT, 300 vaza óleo pra kralho

      • sebastião

        onde está a diferença dessas 50 cc??? nunca vi uma 300 andar com a minha fazer 250!

  • Alexandre

    A fazer é muito superior.
    Faltou acrescentar a durabilidade de cada projeto, a fazer possui uma média de consumo melhor do que a apresentada no teste (possuo a moto a 2 anos), depois de algum tempo a cb atinge com muita dificuldade sua velocidade máxima, sem contar vazamentos e trincos do cabeçote, ou seja as vantagens são inúmeras.
    Honda só vende essa bomba por causa das propagandas.
    Proprietários sempre satisfeitos com suas fazer 250.

    • rodrigorrps

      Cara qualquer moto so da manutenção conforme o cuidado do dono, Tenho uma cb300 tenho amigos q tem cb, e nunca tivemos problemas, entao cada um tem sua moto q merece, se o cara fk metendo pau na moto vai merecer uma moto q vai dar so manutenção, agora se o cara cuida, vai ter uma moto pro resto da vida!!

      • luiz

        Tenho um amigo que tem muito zelo por sua moto e sua xre 300 vazou óleo do cabeçote, problema esse que a honda reconhece apenas nas revisões de garantia.

        • Welton Alisson

          Todas Vazam olho, tanto fazer quanto CB, se não sabe usar moto sempre dá problema, essas motos não é que nem moto de mil, 600 cilindradas, se o cara gosta de dar pal na moto, dando giro toda hora, acelerando sempre que pode a moto não irá dura muito não!… nem moto de motocross suporta esse tipo de coisa se for feita de modo errado!

          • luiz

            A minha 2008/09 com mais de 60kkm nunca vazou… Nunca quebrou!!! Já a 300 de um amigo meu 2013 vazou com menos de 5000km!!! No caso das 300 isso não é pontual e sim defeito de engenharia… Tive uma T250 a vendi com 20kkm e nunca quebrou, possuo hj, alem da fazer 250 uma t660 que hj tem 23kkm e nunca quebrou… Você deve ser dono de alguma honda problemática… Acredite, falo de experiência própria… Tanto a fazer 250 quanto a t250 comprei 0km só a t660z que comprei com apenas 8kkm…

          • Luiz_AG

            Tenho uma Fazer 2007 com 54 mil km e nunca caiu uma gota de óleo no chão. Tive outra Fazer 2008 e uma XTZ 250 X 2009 e também nunca vazaram uma gota de óleo.

      • Welton Alisson

        Na verdade cara veículo nenhum vem perfeito, até mesmo carro vem com defeito, todas tem defeito, esse negócio de os caras falar que nunca deu problema em fazer ou CB, é pura conversa, qualquer veículo sendo moto ou carro sempre apresenta um defeito!

        • luiz

          Vc tá viajando… Possui um corsa clássico rodei 80kkm sem apresentar um só problema, nem farol queimado Um honda Fit… Vendi com 110kkm!!! NUNCA quebrou… Vc deve ser muito azarado!

      • Nilo

        Agradeça a Deus de não ter tido problemas com a sua, pois são duas motos(xre,cb300) extremamente problematicas, motos com menos de 10mil KM vazando óleo, quebrando cabeçote, pane eletrica, a coisa é tão grave que tem um baixo assinado na internet para provocar um recall nessas “carniças”. Quantos que andam no sapatinho faz a manutenção em dia mesmo assim é só dor de cabeça. Ao contrario das Fazer, lander e tenere que têm um motor com cilindro em aluminio, pistão forjado e camisa em ceramica mesma tecnologia da R1, ou seja muita qualidade e resistencia no conjunto. Tenho uma lander e é só alegria.

        • Altemar

          Hoje tenho uma cb300 2014 com 7 mil km muito boa a moto, tive fan e titan 150cc nunca deu problema,tem um amigo meu q tem a fazer 250cc 2012 esta com 32 mil km nunca deu problema as duas marcas são muito boa, mas eu não troco cb por fazer gosto mais da Honda e gosto não se discute.

  • Rafael Estevão

    tenho uma fazer, 2009/2010, modelo antigo ainda, andando na faixa dos 120 km/h, tenho um consumo de 28,5 a 30p/ litro, dependendo do combustível, passando disso, andando na média de 140km/h, cai o consumo pra 24 / 25 p/ litro, ótima moto, pelo comparativo, não vale nem a pena comprar uma flex.

    • Daniel Pereira

      tenha uma fazer 09/10 otima moto nunca deu problema é muito macia,velocidade maxima 142km por hora consumo medio andando a 120km é de 24km por litro de gasolina otima moto recomento,muito macia não quebra e não bate corrente.

  • Tiago Lima

    só 5 marchas msm? não é 6?

  • antonio andrade (rato)

    piloto sempre uma fazer das mais velha. a moto é possuida! do surra nos mané de 300 sempre, a fazer sempre atinge os 150km/h nas retas com uma boa constante, a 300 pifa sempre, sem contar que a fazer daqui tem o motor donzelo, nunca foi aberto!

  • Guest

    A fazer anda muito menos que a cb não tem como comparar! é muito CV a menos, não troco uma cb 300 por fazer nunca.

    • luiz

      Torque CB 2.80 kg/cv //// Torque FZ 2.10 kg/cv

      Velocidade max CB 136 km/h //// FZ 130km/h.

      Sem mais…

      • Charles Gabriel Vargas

        max 130 km/h? Nunca, ela da 150 namoral.

        • luiz

          Bem… Eu tenho uma, realmente dependendo do vento ou até mesmo ladeira ela dá… 130 & 136 São dados de pista de prova, onde não se baseiam pelo velocimetro da moto, usualmente ela chega a 140 no ponteiro! Hj por exemplo indo pro trabalho uma CB 300 repsol andou na minha frente, mas não abriu distância, tenho essa fz 2008/09 desde zero… Então posso falar com experiência de 60kkm a CB300r não deixa a fz pra trás (vice e versa)… Sou yamaheiro e tb possuo uma xt660z.

        • Márcio

          tenho uma fazer 2015 e ela já chegou a 147 kmh na reta, não troco essa moto por uma cb 300 nunca todos os meus amigos que compraram se arrependeram, a fazer é confortável, macia, silenciosa, não quebra e etc. etc. etc…

      • Guest

        Não é bem assim amigo, a medição dos cv da Honda é no eixo virabrequim, se considermos as perdas com transmissão e na roda são quase 20%, portanto os 26 cv da CB nao são verdadeiros com o motor montado na moto e uma pessoa pilotando. Tenho uma lander e ja deixei muito nego de CB nervoso em arrancada no sinal.
        A verdade é que a Honda tem sempre q aumentar um pouco a cilindrada pra alcançar os numeros da Yamaha, digo alcançar, porque na mesma cc ela sempre perde.
        Fora outras vantagens da Yamaha como conforto, baixa vibraçáo, silencio da transmissao, estabilidade em curvas consumo, etc, etc etc, e etc…

        • luiz

          Bem… Eu tive uma Fazer 250 (rodei 65000km), uma TÉNÉRÉ 250 (Rodei 20.000km) e hoje tenho uma TÉNÉRÉ 660 (15.000km)… A CB300 anda a frente SIM na Frente da Fazer, assim como a xre300 na frente da TÉNÉRÉ 250 & LANDER…

          Eu gosto da Yamaha e nunca tive outra marca…Conforto & Beleza é uma questão de gosto… Como toda minha experiência foram com yamahas, não preciso nem dizer que as motos nunca quebraram!

          Vibração????? Ambas vibram pra caralho!!! Chega a ser irônico conseguir julgar tal efeito…

          Não estou aqui defendendo nada… Apenas que a verdade seja dita, ambas originais andando com as mesmas condições, a Honda anda na frente, bem pouco a frente mas anda! Anda tao pouco a frente que quem tem Yamaha acha que anda mais…

      • sebastião

        não adianta, CBesta é bomba kkkk

    • Luiz Schuchter

      Não é bem assim amigo, a medição dos cv da Honda é no eixo virabrequim, se considermos as perdas com transmissão e na roda são quase 20%, portanto os 26 cv da CB nao são verdadeiros com o motor montado na moto e uma pessoa pilotando. Tenho uma lander e ja deixei muito nego de CB nervoso em arrancada no sinal.
      A verdade é que a Honda tem sempre q aumentar um pouco a cilindrada pra alcançar os numeros da Yamaha, digo alcançar, porque na mesma cc ela sempre perde.
      Fora outras vantagens da Yamaha como conforto, baixa vibraçáo, silencio da transmissao, estabilidade em curvas consumo, durabilidade, etc, etc etc, e etc…

    • sebastião

      coitado kkkk

  • fabiano

    Ridiculo materia comprada!!!! fazer é bem melhor, economica, confortavel, barata e segua que esse lixo da cb 300 que é o mesmo “motor” de twister aff…..

    • sebastião

      a twister que eu tinha deixava CB pra traz o tempo todo, mas agora estou com uma fazer, e estou muito mais satisfeito…

      • willams

        Tenho uma Twister pra mais nunca em minha vida não vejo a hora d emim livrar dessa merdaaa…esse cabrunco n e moto e uma CARROÇA..(SUPER PESADA)…e o BURRO so eu que ainda comprei essa desgraça da HONDA…andei na 300 de meu amigo e é a msm porcaria ainda pior na 5 Macha fica uma Zuada penssei que ia explodir a 130 kkkk…andei na Fazer outro Colega nosss mt boa perfeita ano 2006 nuncva mecheu no motor TOOPP demias sem Duvidas yamaha muinto melhor sem duvidas mesmo…o mestre aqui tem uma fazer das antigas,….anda da desgraça 2006 da 160 165 e vem esses otarios falar que moto e honta hodero Fanatico com mt dinheiro e pouca inteligencia…entao vai de CB vcs pode visitar o mecanico todo dia eu naoO! kkkkkkkkkkkkkkk

  • fabiano

    Fazer=Economia, segurança, preço jUSTO, E ANDA MAIS QUE CB 300!! alem de ser mais BONITA!! PEÇAS BARATAS E QUEBRA BEM MENOS OU QUASE NUNCA SO TROCA OLEO PNEU E RELACAO A PARTIR DOS 30KM

  • Carlos Ramalho

    já tive cb 300, comprei uma fazer 2012 a menos de um mês, na minha opinião a moto é bem melhor q a outra, s/ dúvidas… show de bola rsrs

  • Welton Alisson

    -Você que tá pensando em pegar uma CB ou uma Fazer, não vá pelo o que as pessoas acha, vá pelos seus requisitos, eu mesmo vou pegar uma CB, por questão de Velocidade….

    • sebastião

      vai passar raiva !!!

    • Leonardo Meireles

      Olá amigo vou le dar um conselho, tive 3 cb300 as trez me encomodei muito de passar muita raiva mesmo, alem dos problemas comia poeira das fazer, hoje tenho uma fazer e adivinha? não passo mais raiva. agora não como mais poeira, esta semana pegamos a estrada com um grupo de amigos com as fazer e as 300 todos os meus amigos que tem as 300 deu problema de vazamento de óleo e vão trocar pela fazer. resumindo fazer anda mais, não quebra, e é mais econimica.

  • Fabio

    CB300 só dá problema, tive uma e com 8mil km apresentou trinca no cabeçote, assim como muitas, veja na internet. A suspensão da CB não tem link, é uma gambiarra para enganar as pessoas, YAMAHA é bem melhor…

  • Luiz Schuchter

    Detalhe muito importante sempre ommitido por avaliadores é que a Honda declara a potencia no eixo virabrebquim, desconsiderando as perdas na trasmissão e roda, fazendo os seus ficticios 26cv cairem bem, ja a Yamaha declara a medição na roda, sem enganar os seus consumidores.
    Sem duvida a Fazer é melhor, CB barulhenta, vibra, sem estabilidade, motor antiquando da antiga CB200 ainda, fora o angulo de caster e trail ruins, enfim, mil vezes YAMAHA por diverso motivos

  • moises

    mas, são mentirosas e manipuladores… minha cb 300 faz 30km litro, posso meter cacete que não cai de 28 kl, esses merdas são comprados… cb 300 da 149 a minha ja deu, na reta da 146kh, a minha 2013… hj em dia ta dificil acreditar nesses mercenarios….

  • Roger Br

    O que irrita na linha CB é essa bateção no motor e na corrente de transmissão depois de algum tempo de uso,pouca moto e muito barulho,fora os gastos absurdos com manutenção (trinca de cabeçote e válvulas, não fica menos de 1.500 !!!!!)…A Fazer é melhor,e não é um pouco melhor,é muito melhor.Mas gosto e bolso cada um tem o seu.

  • marxx3000

    Tenho uma cb300 2011, moto que jamais trocaria por outra, aqui só proprietários de Yamaha endeusando a Fazer, mas faço a velha pergunta, por no mundo real a Honda vende esse absurdo em relação a Yamaha?

  • Daniel J.M.H

    excelente matéria!!!!!!!!

  • Robert Silva

    troquem a corrente da fazer por uma com retentor e vão ver cb300 no retrovisor…

  • Marciel Nascimento Brito

    Nossa consumo mentiroso, tenho uma 0 e os primeiros 1 mil com giro 7 mil minha fazer 2015 fazia 25 km com 1 litro depois da primeira revisão faz com gasolina aditivada 30 kilometros não gosto de álcool e quando saiu s marginal Tietê e entro na Ayrton Senna sempre ando acima dos 7 a 9 mil giros e já bati 150 nela pq estava amaciando. Moto bonita econômica e ótimo torque.

  • Adeilton Rodrigues

    Se estiver lendo os comentários em 2017, saiba que a Fazer 250 2013 que felizmente tenho completou 30.100 km em perfeito estado, sem prejuízos de trincas de cabeçote, vazamento de óleo, bateção de corrente, problema elétrico ou qualquer outro…