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HONDA PCX 150, O TESTE

Enviado por on 7 de Outubro de 2013 – 1:3323 Comentários
 

PCX1Enfim chegou às nossas mãos o tão falado lançamento da Honda, o scooter PCX 150. Bonito e com ótimo acabamento, de cara conquistou a admiração de todos aqui – o mesmo fez com nove entre dez pessoas que consultamos, graças às suas linhas descoladas e contemporâneas. Mas este teste “é meu”, e logo tomo posse da enorme chave, item indefectível do interessante sistema Comb Lock (sobretampa magnética no contato). Saio da redação em uma chuvosa noite paulistana de fim de maio, na primeira missão prática do PCX em minhas mãos. De cara chama a atenção a facilidade e rapidez com que o motor entra em ação, incrivelmente com mais suavidade do que quando é desligado, graças ao ISS (Idilling Stop System), que desliga o motor quando fica em marcha-lenta por mais de três segundos. Nada do tradicional “chau-au-au-vrum” de um veículo normal, é “vrum” direto! O propulsor entra em ação instantaneamente, mesmo frio, parece mágica! Mas sei exatamente como funciona um motor e dou um tempinho para ele tomar seu salutar banho de óleo relaxante. O scooter parte silencioso e sem vibrações de motor.

PCX2Uma surpresa surge ao encarar a primeira típica rua paulistana, na verdade apenas um pouco de asfalto em meio a um mar de remendos malfeitos: o PCX permanece silencioso, inclusive quanto a carroceria e suspensões – mas pula feito um cabrito, de dar dor no baço após um certo tempo ao guidão! É clara a opção pela firmeza, com exagero mesmo, até para que não surja o temível fim-de-curso. Como não há nenhum tipo de regulagem, inclusive nos amortecedores traseiros, o jeito é se acostumar e/ou sugerir para a Honda uma “amolecida” nas próximas edições do PCX. Paro no semáforo, com o ISS ativado, e… nada! A magia do desligamento automático não aparece, mas é assim mesmo: é preciso que o motor esteja aquecido para que o inteligente sistema comece a atuar, o que ocorre depois de uns dois ou três quarteirões rodados.

 

PCX4Falando nele, logo chegam outras aberrações do solo paulistano, primeiro uma lombada, poucos minutos depois uma valeta. Oba, hora de testar mais a fundo o comportamento dessas suspensões em pisos tão atípicos (para os “gringos”…) quanto estes. Na primeira, como não aliviamos a mão, o scooter deu uma pequena decolada e aterrissou firme, mantendo a trajetória sem sustos. Na segunda, exageramos na dose e o baque foi feio, do tipo “será que entortei a roda?”. Não, o maior prejuízo foi um forte impacto da mão direita contra a caixa dos comandos elétricos que, ainda bem, é toda arredondada e nada agressiva. A reação do PCX não foi tão indiferente quanto antes, mas não chegamos a ter maiores dificuldades com o controle. A pressa me faz olhar para o belo e muito bem iluminado painel, em busca de um relógio, e nada: já que há um display digital, bem que o “bobo” poderia ter sido lembrado pela Honda, uma vez que custa praticamente nada (naquele momento foi inevitável me lembrar de camelôs oferecendo relógios digitais a R$ 5,00…).

PCX3A chuva aperta e me lembro que propositadamente dispensei as polainas, para verificar na prática a tão propalada capacidade de um scooter de manter os pés secos. OK, eles assim ficaram, mas em diversos momentos senti vontade de unir mais os pés, mania mesmo. Claro, no PCX não dá, pois há uma elevação no meio da plataforma para abrigar o tanque e outros elementos. Outro bom teste na chuva foi o dos freios. O sistema combinado CBS (Combined Brake System) do PCX funciona quase como se fosse ABS, explico: como o manete esquerdo aciona um dos três pistões da pinça flutuante dianteira, e as lonas do freio a tambor (argh!) traseiro, a frenagem é suavizada, sendo necessária mais força na mão, ficando quase impossível bloquear uma roda. Ótimo para chão molhado e/ou para novatos! Mas o trânsito de São Paulo é maluco mesmo, e logo um motorista ensaia invadir meu panorama com seu SUV ameaçador e paquidérmico: nessa hora chamei a trabalhar os dois manetes, com força, e o resultado foi uma parada em espaço curtíssimo e com forte desaceleração – chão bem aderente, seja dito. Cuidado, meu feeeling alertava que, caso houvesse qualquer “oeni” (objeto esparramado não identificado) no solo, os pneus estreitinhos do PCX não teriam feito a menor cerimônia em derrapar.

PCX6INVERSÃO – …de valores! Na primeira grande avenida cravo o velocímetro nos 60 km/h, velocidade máxima permitida, tentando sentir a queda de giros que a central eletrônica capitã do motor promete. De fato o motor ronca macio e se aproveita do bom torque que oferece (1,41 kgf.m a 5.250 rpm), quase que dá para “sentir” que o PCX está economizando bem, a conferir mais tarde com a calculadora na mão. De repente, uma “fechada” provocada por um motorista, uma das maiores causas de acidentes de motociclistas que nunca é lembrada na hora das estatísticas – “moto é perigosa e pronto”. Reação rápida, dedo na buzina e… nada, apertei a tecla dos piscas, que está onde não deveria estar.

Tento entender onde a cabeça do japonês com espírito revolucionário frustrado estava quando bolou tal inversão. Pensando bem, no Japão o hantai (ao contrário) é meio institucionalizado, como prova o volante dos carros no lado direito, a mão de direção oposta, o açúcar em comidas que deveriam ter sal, as portas de casa que se abrem para fora, a escrita da direita para a esquerda, as revistas de trás pra frente…  Após muito divagar, consigo chegar a só uma conclusão: japa maluco…

PCX5Chegando perto de outra grande avenida, paro atrás da “irmã guerreira” do PCX, a CG 150. Pela segunda vez amaldiçoo a inversão dos botões de piscas/buzina: dou um toque involuntário na tecla errada, bi bi, e vejo o rosto motociclista curioso enchendo o espelho retrovisor da CG. Dá vontade de explicar, “não foi nada não, essa Honda é meio maluca e inverteu os botões aqui…”. Percebo que o motociclista está possuído pelo “espírito MotoGP”, e bombeia o acelerador com olhos fixos no semáforo que momentaneamente se transforma no primo rico de Interlagos. Arrancamos com vontade e, surpresa! O sistema ISS é tão eficaz e rápido que scooter e moto partem juntinhos, como que provando a paridade de potências, na casa dos 14 cv. Nesse interim deu para notar também que o CVT do PCX aproveita muito bem a força do motor, sem patinadas de embreagem desnecessárias ou muito tempo segurando a “primeira marcha” (polias em posições extremas, “de força”). Apenas mais um fato que deve se traduzir em economia de motor e de gasolina.

Chegando em casa, hora de estacionar. Nas manobras de garagem, o motor do scooter se desliga a todo momento, inconvenientemente. Hora de usar a tecla que desativa o sistema ISS, que resolve o inconveniente. Desligo o motor, mas lembro que vou precisar da luz do farol por mais alguns instantes, para guardar algumas coisas e pegar outras. Ao religar a chave, apenas os dois faroletes que ladeiam o farol principal funcionam: espertinho o PCX, ele poupa a energia da bateria, naturalmente sobressolicitada por causa do ISS. Mas esses faroletes  não conseguem emitir “luz curva” que chegue ao bom porta-objetos sob o banco: bem que ele poderia ter iluminação e, se não for pedir muito, uma forraçãozinha, nem que seja com um carpetinho mixuruco, como têm até scooters mais populares. Mas o tamanho é bom e no dia seguinte consegui abrigar facilmente a capa de chuva e um capacete reserva. Todavia, em outro dia coloquei um kit de corrente/cadeado no baú, e a partir daí surgiu um “blupt-blupt” a cada buraco: o revestimento evitaria ou ao menos atenuaria o incômodo ruído.

PCX tabelaDURO – No dia seguinte, volta à Redação, rotina diária. Vejo o mar de carros, centenas deles, entupindo a avenida com o sugestivo nome de Brasil. As ondas de gases ascendentes distorcem as imagens e vão formar aquela faixa marrom no horizonte – dizem que a poluição gerada pelos automóveis está acabando com o planeta, pouco duvido. Imagino as toneladas de poluentes que deixariam de ocupar nossos céus caso todos os veículos tivessem o ISS. Penso em nossos políticos, quem sabe algum dia eles desenvolvam um mínimo de inteligência e criem leis úteis, incentivando os veículos elétricos e tornando o ISS obrigatório, por exemplo. Os carros partem e logo param de novo, normal em Sampa, e nessa hora o torque de “CG das fortes” e a boa maneabilidade deste scooter implicam grande agilidade, só atrapalhada um pouco pelo guidão, que poderia ser um pouquinho mais estreito e ter as ponteiras antivibração embutidas, como a própria Honda faz em diversas motos. Ainda falando em guidão, como ele é curiosamente igual ao de uma moto e inusualmente alto para um scooter, nunca interfere com as pernas do condutor – apenas se este for tipo Oscar do basquete, poderá ocasionalmente tocar seus joelhos na parte traseira do escudo. Por sua vez os espelhos se portaram bem, garantindo boa retrovisão graças a seu tamanhão e não se movendo em buracos “normais” (ao vencer uma cratera se desregularam, sim).

PCX FichaFim de semana chegou, arrisco pegar uma estrada, pouca coisa, mais para testar o PCX nessa condição. Com vento neutro, após uma aceleração consistente e suficiente (0 a 80 km/h em 12s.) alcancei pouco mais de 115 km/h na reta, o que significou 107,8 km/h reais, excelentes para a categoria. O número é maior que muita moto de mesma cilindrada que há por aí, um mérito para quem tem câmbio CVT. Fora mínimos balanços perto da velocidade máxima, típicos de scooters e nada assustadores, não registrei nenhum problema de estabilidade. Confirmei ainda a natural falta de proteção aerodinâmica, uma vez que o para-brisa é pequeno, mas ao menos as pernas e os pés viajam relativamente protegidos, item importante na categoria scooter.

Aproximava-se a hora de devolver o “quase totalmente gostoso” PCX, buá. O quase fica por conta da dureza das suspensões, e até fiquei um tanto cismado: não estaria sendo muito chato e/ou crítico? Minha coluna vertebral não estaria reclamona demais? Resolvi obter uma segunda opinião. Ofereci uma voltona a um experiente mecânico, que voltou encantado com o desempenho e a ausência de ruídos do PCX. Mas, falando sobre as suspensões, comentou: “bem firme, lembra quando colocamos excesso de óleo nos amortecedores…”. Dois a zero. Tá bem, mais um palpite, desta vez de um motociclista e engenheiro mecânico pra lá de habituado a todo tipo de moto. “Esqueceram dois pedaços de cabos de vassoura dentro dos amortecedores?”. Três a zero. Está na cara, são suspensões destinadas a um Primeiro Mundo lisinho, não ao nosso Brasilzão modelo queijo suíço. Não devem incomodar muito os impetuosos jovens ou quem está apenas interessado em ir até o mercado ali pertinho, ou dar apenas voltinhas dominicais no condomínio, mas quem rodar por distâncias maiores certamente vai amaldiçoar um pouco o engenheiro que calibrou essas suspas…

Tchau, PCX, tchau genial ISS, mas antes vamos às contas, para saber se é totalmente vantajoso investir no veículo R$ 7.990 (que na verdade já se transformaram em quase R$ 9 mil em algumas lojas, o tal ágio ataca outra vez…). A média geral ficou em 34 km/l, nada má até para uma moto de 150 cc, que tem câmbio mecânico, menos “gastão”.  Mas não dá para se empolgar, pois o tanque tem apenas 5,9 litros e acarreta uma autonomia perto dos 200 km, desde que você não use o acelerador no modo “tudo-nada” – quando poderá vê-la descer para algo em torno de modestos 150 km.

Para azar da concorrência, a Honda com este novo scooter acertou a mão mais uma vez. Só esperamos que o efeito novidade passe logo e o preço volte  ao patamar normal, os 8 mil adequados reais que podem ajudar a mobilidade urbana (e o meio ambiente) brasileiro a dar um importante passo à frente.

ENTENDA O ISS – O grande diferencial do PCX é denominado ISS (Idilling Stop System), que opera com um gerador de corrente alternada ACG (Alternating Current Generator). OK, alternadores desse tipo não são nenhuma novidade, o incomum é ele servir também como motor de arranque! Veja como funciona: quando o motor a combustão está desligado, uma luz pisca no painel informando o fato ao piloto. Para religá-lo, basta apertar o “start” ou apenas acionar o acelerador, se o ISS estiver ativado (pode-se desligá-lo por meio de uma tecla): o motor passa a funcionar com uma facilidade notável, graças a dois truques que explicaremos adiante.

O sistema é simplificado e dispensa atritos: não há o motor de arranque tradicional, suas ruidosas engrenagens redutoras e as problemáticas placas de partida… Um verdadeiro ovo de Colombo, que só não se popularizou ainda por causa do maior custo e da exigência que o motor tenha um bom torque, fundamental para trabalha com o maior peso (com e sem aspas) que recai sobre a ponta do virabrequim. “Peso” da maior oposição que o monte de bobinas que o sistema exige faz ao movimento giratório do magneto. E peso maior deste, que também é bem grandinho para o tamanho da motoca.

Outro detalhe é que as engrenagens redutoras de um motor de arranque convencional não estão lá à toa: elas servem para facilitar a vida do motor elétrico pequeno, que de forma direta não conseguiria acionar o “pesado” motor a combustão. E nem o ACG conseguiria, a não ser que tivesse o tamanho de um botijão de gás. A saída encontrada pelos engenheiros da Honda talvez tenha sido inspirada na lembrança de um produto que eles mesmos fizeram no passado: você se lembra das XL/XLX 250, em que era preciso ficar procurando o ponto mais favorável para acionar o pedal de partida sem levar um coice memorável? Pois o ACG faz exatamente isso, dando uma giradinha no motor para trás, até achar o tal ponto (esse reposicionamento é conhecido como Swing Back). Além disso, um descompressor automático cuida de tornar o movimento do pistão mais fácil. Assim, o motor a combustão “entra” com uma grande docilidade, de modo quase imperceptível. É cair o preço para o sistema se popularizar – não prevemos um futuro sem o ISS até nas motos básicas.

 

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  • Rocão

    Qual o preço em Montes Claros (MG)?
    R$9600,00.
    B.O. = Bom para otário.

  • leonardo fernandes

    comprei uma PCX e estou gostando mas, ela tem um grave
    defeito que precisa ser revisto imediatamente e talvez
    tb fazer um recall de todas unidades vendidas ;
    a suspensão traseira; parece que ela tem 2 tocos de madeira
    no lugar dos amortecedores.
    esse é seu único defeito.

    • Sidney Castro

      Amigo tanto na matéria quanto em comentários são os mesmos que o seu. Fico feliz que um proprietário venha expor o seu ponto de vista e sua opinião. E o que me deixa indignado é que o slogan da campanha ainda diz adaptada para o piso brasileiro. Mas motos honda são assim duras que nem um tatu

  • johnsonn

    “linhas descoladas” onde?!

    • Geraldo

      Tenho um PCX branco há quase 2 meses. Realmente lindo, chama a atenção por qualquer lugar que passa. Onde paro, tem sempre alguém ou alguns em volta pedindo informações. A dianteira, lembra motos bem maiores. Para o meu gosto, a lanterna traseira eu preferiria apontando para o céu, em posição mais alta, tipo Biz 125; e não para baixo, dando um ar meio acanhado em desencontro com a frente agressiva. Gostosa de pilotar, muito silenciosa. Ótimo torque, mais até que a Titan 150 com gasolina(impressionante). Também ótimos freios. Esterce muito bem. Poderia ter relógio.
      Suspenção…ninguém merece! Quem a projetou, tinha que andar em calçamento irregular. Tenho certeza que iria refazê-la. É simplesmente horrível!!! Muito pior que minha antiga Biz 100 2005, a qual troquei pelo PCX. Juro que não entendo…dura pra andar sozinho, dá cada guascada nos punhos, não sei se é da suspenção, ou das rodas 14. Porque não fizeram 16, que nem a Neo? Caberia só o capacete e não uma jaqueta mais o capacete, por exemplo…mas seria preferível, se desse mais conforto. Simplesmente não dá para levar garupa em ruas de paralelepípedo! A traseira bate direto!!! Então, tenho que ir sozinho, e minha namorada a pé…porque é insuportável. Liguei pra Honda, e disseram que faz parte do projeto…Heim? Pago R$9550,00 num scooter novo, é pra não me incomodar! Além da fechadura do banco, que deu problema desde novo. Tem que dar uma porrada para fechar. Levei na concessionária, deram um “jeitinho” provisório. Falaram que outro cliente tava com o mesmo problema. A Honda ficou de mandar outra peça, até agora nada. Alguém sabe como entrar no PCX Clube? Registrei-me, mas já de cara dá mensagem que excedi o número de tentativas. Valeu o desabafo. Abraço a todos.

  • Geraldo

    PS.: quando falei: “juro que não entendo”…quis dizer que como pode uma suspensão dura desta bater em fim de curso? Acho incoerente…

  • Geraldo

    PS 2: em relação à fechadura do banco, além de ter que dar soco pra fechar, ficava abrindo direto em movimento. Na verdade, é esse jeitinho que deram na concessionária. Porque pra fechar, quase sempre, tem que bater em cima com força mesmo…E ainda abre sozinho de vez em quando. Estou esperando a peça…Gostaria que esses relatos chegassem à Honda.

  • Geraldo

    Gostaria de saber porque meu comentário como proprietário de PCX foi deletado!

  • LEONARDO

    a suspensão traseira da PCX é realmente uma porcaria.
    parece suspensão de scooter chinesa genérica.
    para andar com garupa tem que ser com extremo cuidado,
    o que eu faço.
    sem garupa, nem tanto.
    peso 83 kg, e como disse, sem garupa, isso não é um
    problemão…..pelo menos pra mim.
    mas…..isso pra mim é só um detalhe.
    ela é um show.
    uma delícia, dá vontade de andar o dia inteiro.
    anda bem pra caramba, boa de curvas e é muito economica.
    ainda nao fiz media, mas já deu pra perceber que será acima
    de 30km/l.
    eu a compraria novamente mesmo sabendo deste problema na suspensão
    traseira.

  • FLAVIO RAMANAUSKAS

    Comprei minha pcx em 19-07-2013, rodei pouco + de 100 km, e logo percebi que o “problema” é tão somente a “SUSPENSÃO TRASEIRA” quer seja “MOLA” quer seja ” AMORTECEDOR”, pois quando rodando em declive, valetas, lombadas, ou coisa similar, o impacto é forte onde o CURSO DO AMORTEEDOR VAI ATÉ O SEU FIM DAÍ AQUELE “TUM”…..

    ESSE É O MEU COMENTÁRIO COMO CONSUMIDOR, E POR SER MOTOCLISTA HA MAIS DE 20 ANOS, SERIA O DEFEITO DA PCX 150, ESPERANDO QUE SEJA AVALIADO TAL INSATISFAÇÃO DOS CONSUMIDORES DA PCX 150, PELOS ENGENHEIROS DA HONDA – BRASIL X JAPÃO X TAILANDIA.

    FLÁVIO RAMANAUSKAS

    GUARAPARI-ES

  • Renato C. Rissi

    Mais uma porcaria que a Honda enfia pela goela do brasileiro. E os caras aceitam numa boa….rsrsr. Da Honda, só se salva a Biz, Bros e Hornet. O resto vc embrulha e joga fora. Brasileiro precisa conhecer mais de moto. Fuiii

  • Tabajara

    E quem comprou o Lead…

  • leonardo

    quem comprou o Lead…..comprou,oras.
    o PCX não é substituto do LEAD,ele veio para ampliar
    a linha de scooters da Honda.
    eu mesmo tinha um LEAD e só vendi para comprar a PCX,
    pq motos de 125 até 500 cc nao me interessam mais.
    pra mim, tem que ser scooter ou entao moto de 600cc
    pra cima.
    ou entaõ, ficar com os 2 juntos.
    como no momento atual nao posso ter uma moto grande,
    vou de PCX mesmo.
    e nao se assustem se daqui uns 2 meses a Honda lançar
    o LEAD 125, já que em seu país de origem ele agora é 125
    com 11.6cv…..
    fico pensando se ele viesse na cor branca com rodas pretas,
    e preto com rodas pretas tb, ao invés das cores horrorosas
    da linha 2012/2013.

  • Salah Said

    Tenho uma Lead e gostaria de trocá-la pela PCX 150. Fui à concessionária Honda da minha cidade para negociar a compra da PCX, mas diante de tantas reclamações sobre a suspensão trazeira desta, vou esperar a Honda se manifestar ou fazer um recal. Por enquanto vou ficando com a Lead ou trocá-la pela Cityconm Dafra.

  • David Sarai

    Aqui vai mais uma reclamação da suspensão…. Pelo amor de Deus hein Honda? Andando pra traz? A citycom não é assim… Quer vergonha hein? Cade o Recall? Vocês deveriam parar de vender PCX e antes sanar esse defeito grave.

  • http://BYMOTOS TONI CASSIO

    VENHO POR MEIO DESSA COMPARTILHAR COM OS LEITORES A MINHA ALEGRIA DE ESTAR VIVO HOJE POIS LEVEI MINHA MOTO XRE 300 2013 PARA A REVISÃO DE 4 MIL KM NA BY MOTOS DA AV: AMAZONAS EM BH E RECLAMEI DA MOTO ESTAR DESLIGANDO COM MUITA CONSTANCIA EM BAIXA ROTAÇÃO E DA VIBRAÇÃO QUE APOS 60 KM POR HORA A VIBRAÇÃO E TANTA QUE SE SOLTAR UMA DAS MÃOS O RIS CO DE CAIR E EMINENTE.FUI BUSCAR A MOTO E O CHEFE DA OFICINA ME FALOU QUE O PROBLEMA DA BOMBA E O MODO QUE EU ESTAVA PILOTANDO E A VIBRAÇÃO NÃO FOI CONSTATADA.APOS ALGUNS DIAS LEVEI DE VOLTA À CONCERCIONARIA COM A MESMA RECLAMAÇÃO E O MESMO CHEFE DA OFICINA ACHO QUE NÃO LEMBROU DE MIM, JÁ DEU OUTRA VERSÃO QUE A BOMBA DE GASOLINA JÁ VEIO DE FABRICA COM PRESSÃO MUITO ALTA E QUE A FABRICA NÃO ESTAVA TROCANDO E A VIBRAÇÃO DA DIREÇÃO NÃO FOI CONSTATADA.PROPUS EM DAR UMA VOLTA COM ELE, RECUSANDO PRONTAMENTE ALEGANDO QUE SEU MECANICO JÁ AVIA ANDADO NA MOTO.FUI EMBORA INDIGUINADO.
    NO DIA 02/01/2013 ESTAVA TRAFEGANDO NA BR 040 FAZENDO A CURVA DO POSTO ALE LOGO APOS A CURVA DO SHOPING PONTEIO NO BAIRRO BELVEDERE EM BH COM MINHA ESPOSA NA GARUPA QUANDO DE REPENTE OUÇO UM ESTOURO NO PNEU DIANTEIRO, ESTAVA MAIS OU MENOS EM 60 a 70 km PERDI TOTALMENTE DIREÇÃO, A QUEDA FOI INEVITAVEL. NO DIA 05/02/2013 QUANDO MELHOPREI UM POUCO POR CAUSA DAS ESCORIAÇÕES FUI Á BORRACHARIA EM QUE DEIXEI A MOTO E O BORRACHEIRO ME RELATOU QUE O PROBLEMA ERA NO PNEU POIS O MESMO ESTAVA DESLOCADO SENDO QUE O DEFEITO ERA DE FABRICA.CONSTATANDO SIM A FALTA DE RESPONSABILIDADE DO CHEFE DA OFICINA E O DESCASO DA HONDA COM SEUS CLIENTES.POR ESSE MOTIVO ESTOU ENTRNDO COM UMA AÇÃO CONTRA O CHEFE DA OFICINA E A MARCA HONDA.DEIXO AQUI UM CONSELHO PARA QUEM TEM UMA XRE 300 NOVA,TROQUEM O PNEU DIANTEIRO POIS ELE JÁ VEM DESLOCADO DE FABRICA E COM ISSO GERANDO UMA VIBRAÇÃO QUE OCASIONA A SAIDA DO PNEU DA RODA PODENDO LEVAR O PILOTO Á MORTE.

  • Silvio Moura

    Ola. Tenho acompanhado em todos os sites sobre scooters pois tenho uma honda lead110 2014, faz uns 20 dias que tenho a minha e a principio era tudo que eu queria. Mas saindo do asfalto ela tem deixado a desejar pois pula bastante e vem um barulho do lado direito na parte dianteira. Primeiro diminui a calibragens dos pneus de 25-29 pra 22 e 25 rodei e não mudou muito. Dai li o manual e por questões de segurança hoje acabei de calibra-los com manda o calibrá-lo. Achei a Lead linda, pratica mas meu prazer mesmo fica limitado ao asfalto e como sou do interior a zona urbana da minha cidade é 85% de paralelepípedo então uso mas no piso irregular eu ando devagar ou bem rápido dai treme tudo mas pelo menos não pica tanto. Pensei na possibilidade de trocar o amortecedor traseiro vi na internet um no valor de 74 reais e diz que da pra regular, mas acho que o problema maior é na frente. Li muito sobre a PCX150 quero fazer um teste drive mas ja sei que terei de deixar ela estar mais esculpida depois desse monte de reclamação que os usuários estão tendo. Um recall seria legal ou adaptações no projeto para as de 2015, se estão reclamando é por que tem problema e me admiro a Honda que tem uma fatia considerável de clientes não dar atenção a este produto que nao é barato. Nessas que faz as pessoas migrarem pra outras marcas. A lead também teria que ser readaptada pra realidade brasileira ate por que mesmo que outros países tenham asfalto os países pobres tem buracos então um amortecedor macio para ambos seria melhor. Achei linda a Lead, mas ela me faz ter uma curiosidade e e quero andar com a Prima-kazinski. é fato a minha Lead eu ficarei por bastante tempo com ela por gostar do formato da Scooter e ate por que usamos carro. Espero que solucionem estas “características

  • Rose

    gente tenho uma biz, adoroooo casei com ela,tive 2005,2008 e agora to com uma 2010 rosa,bom fiz o teste drive na pcx e ñ gostei e na lead adorei,pena que ela ñ tem 125cc,a biz nunca precisei de nada problema nenhum tive com as 3 bom até agora,a honda poderia ter investido numa biz 150,pois a pcx é uma merda

  • R. AUGUSTO

    Bom eu acho que minha PCX veio com defeito, eu quase não escuto ela funcionando, a suspensão traseira é muito boa, sempre que posso eu e minha esposa fazemos pequenas viagens nela, sem nada a reclamar

  • PAULO LIMA

    A Honda trocou os amortecedores traseiros da minha PCX e de fato, parou de bater. Acho que as novas já não têm mais esse problema. Só não resolveu o problema da imensa trepidação nas saídas.

  • Ana Paula Dias

    Bom dia…alguém sabe quantas libras uso pra calibrar os pneus da minha PCX?

  • Daiana Roque

    A minha” está muito gastona” com muito esforço chega a uma autonomia de 120-130km. Já testei na estrada. .. na cidade e percurso misto… e a autonomia foi a mesma.

  • Leila O. Lobão

    Adquiri uma PCX 150 (16/16) em JUl/16 e poucas semanas antes da Revisão Anual (Jul/17) o pneu dianteiro começou a esvaziar com frequência. Ao levar a concessionária autorizada fui informada que trata-se de um defeito de fabricação.
    As peças são importadas da fábrica na Tailândia e a Honda está realizando a substituição aos poucos. Ainda, na concessionária, avisaram-me que não há previsão de quando a peça estará disponível. A moto encontra-se há 2 semanas no local onde realizaram testes e confirmaram o defeito de fabricação, a ser custeado pela empresa, pois a mesma está dentro do prazo de garantia.

    Esta é minha primeira moto, não levo carona tampouco carga, peso cerca de 60 kg. Uso-a ocasionalmente (pequenas distâncias no máximo 24km/dia), está com apenas 4.500km.

    Tentei entrar em contato com a empresa mas não há um canal se quer onde possa formalizar minha queixa e insatisfação. Na minha opinião, um 0800 é a mesma coisa que nada pois são conversas que não levam a lugar algum.

    Não sei ao certo como proceder mas necessito ao menos notificá-los formalmente sobre tal situação.Alguém já passou pelo mesmo?