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YAMAHA XT 1200Z SUPER TÉNÉRÉ, UM MÊS AO GUIDÃO – PARTE 8 (FINAL)

Enviado por on 14 de Junho de 2013 – 10:2812 Comentários

22/05/2013 - Turismo São Pedro. Foto: Gustavo Epifanio.A Yamaha XT 1200Z Super Ténéré encerrou seu período de 31 dias conosco comprovando ser uma genuína herdeira da tradição da marca em fazer excelentes maxitrails, e por conta disso mesmo deixa entre a dezena de pessoas que se alternaram ao seu guidão durante nossa avaliação um ponto de interrogação: por qual razão suas vendas são tão inferiores à da principal concorrente?

Sim, a Super Ténéré – até as donas de casa sabem – nasceu para brigar “mano a mano” com a rainha da categoria no mundo todo, a alemã BMW R 1200 GS. E para tal não houve economia em tecnologia durante seu projeto, que traz características sofisticadas no que diz respeito à moderindades, na qual se destaca o acelerador eletrônico e os dois modos de gestão da resposta ao acelerador, o nível “Sport” e o mais suave modo “Touring”, adequado à pisos escorregadios, assim como o controle de tração (desligável) em dois níveis, o 1 que quase não permite derrapadas do pneu traseiro e o 2, que deixa alguma chance de fazê-lo deslizar. Além disso, a frenagem ABS, ou UBS (Unified Brake System) combinada na qual rodas traseira e dianteira respondem à ação do manete dianteiro contemporâneamente. Já iniciando a frenagem pelo pedal, há possibilidade de controle individual dos freios em cada roda. Genial, não? Também chamou a atenção o competente painel dotado de um razoável computador de bordo. Nossa Super Ténéré também veio fornida com uma bela “safra” de acessórios opcionais de fábrica, um genuíno mostruário do que a marca tem para equipar o modelo.UMAG ST6:5

O que mais? Ah, o motor: o bicilindro paralelo com oito válvulas e refrigeração líquida exibe uma sofisticação típica dos motores mais elaborados da Yamaha, ou seja, o virabrequim com moentes defasados em 270 graus, ao invés dos mais usuais 180 (um pistão sobe e outro desce) ou 360 graus (os dois sobem juntos). Optando por este arranjo, como na sua superesportiva R1 ou na MotoGP campeã mundial M1, a marca de Iwata explora uma especial sensibilidade ao comando do acelerador, associada evidentemente a um específico modo de envio da potência à roda que, resumidamente, beneficia a capacidade de tração. E porfim há a transmissão final por cardã, opção ditada para reduzir ao máximo a manutenção. Na ciclística, o poderoso chassi tubular de aço é montado em suspensões ultrareguláveis. Aço e não alumínio? Sim, e lembremos que para uma moto-trator, com vocação para receber maus-tratos, maior resistência é mais benéfica que menor peso.

Chassi de aço: pesado, mas resistente.

Chassi de aço: pesado, mas resistente.

Convenhamos, a receita técnica desta Super Ténéré é realmente especial assim como redundou o depoimento de 100% dos nossos pilotos/colaboardores, encantados com a eficiência da grande Yamaha que… mesmo com tudo isso, vende pouco, quase um terço menos do que as R 1200 GS no Brasil em 2012, e nestes primeiros cinco meses de 2013 continua apanhando, média de 28 Super Ténéré vendidas por mês contra quase 80 BMW R 1200 GS…

Qual a razão? “Carisma da BMW”, justificam uns. “Encanto da grife alemã”, dizem outros. Para nós, que convivemos com a Yamaha nesses 31 dias, a impressão que fica é de que os brasileiros não conhecem bem esta Super Ténéré. Relembram da 1ª, a XT 600 como se fosse uma lenda, e até recordam-se  da bicilíndrica 750, também batizada de “Super” e que durou pouco, do final dos anos 80 até 1996, e da qual ainda se fala muito bem em todos os aspectos. Mas já desta XT 1200Z ninguém sabe muito, é quase uma desconhecida. E mesmo custando menos que a BMW (61 mil contra algo entre 74 e 80 mil) contar com uma rede de revendas Brasil afora que é ridículamente maior à das lojas que vendem as R 1200 GS, a  Super Ténéré é preterida.

Mistérios comerciais à parte (houve também quem tenha justificado as vendas menores à pouca propensão das revendas Yamaha atender bem o cliente de motos “de nicho”, por estrem mais habituados e treinados à legião de fregueses das utilitárias YBRs…) voltemos ao saldo de nossas 31 dias, já tendo avisado que foi amplamente positivo. Deste modo, mais do que ficar enumerando o que é ótimo ou bom, começemos pelo que poderia melhorar.

Capa5O alvo nº 1 das reclamações, a potência do farol, mostrou para todos nós que até mesmo especialistas em motocicletas vacilam, e feio, pois ninguém notou que na proteção de acrílico (do grosso), um dos tantos opcionais que equipava nossa moto, havia uma pequena mas importante inscrição: “FOR OFF-ROAD USE ONLY”. Notada pelo colaborador-e-fotófrafo Gustavo Epifânio apenas no finalzinho do teste, concomitantemente alertada pelo atento leitor Renato Campestrini, certamente sem a tal proteção o farol funcionaria melhor. Uhhh, que furo! Todos reclamando e ninguém se tocou que o plasticão “matava” boa parte da luminosidade…

Banco duplo, ajustável em altura.

Banco duplo, ajustável em altura.

O que mais? Simplesmente irritante é o encaixe do banco que, uma vez removido, exigiu empenho épico para ser colocado no lugar. Problema da unidade ou algo comum à todas Super Ténéré? Proprietários, manifestem-se! Outra “bobagem” chatinha foi creditada por alguns a uma certa aspereza da alavanca de câmbio, assim como houve quem achasse a rumorosidade mecânica do bicilindro Yamaha excessiva mas… alguém lembrou que parte da “bateção”, especialmente quando o motor é ligado frio, se deve aos quase 25 mil quilômetros anotados no hodômetro, que em se tratando de uma moto de frota de fábrica destinada à imprensa equivale ao triplo. Sabe como é que é, todo a “jornalistalhada” que colocou a mão nessa Super Ténéré quis extrair o sumo dela, e daí… já viu!

22/05/2013 - Turismo São Pedro. Foto: Gustavo Epifanio.Apesar de 25 mil km de surra, nos 4.603 km que aplicamos nela o motor se mostrou um portento de saúde durante todo o arco do nosso teste. Não prima, é certo, por uma potência exuberante já que os 110 cv para 261 kg de peso em ordem de marcha (mais malas laterais, mais para-brisa alto…) não colaboram para acelerações de dragster, mas quem disser que a Super Ténéré é chôcha, exagera. Aliás, ninguém disse isso. “Quase isso” disseram, sim, e foi Alberto Trivellato, dono de muitas BMW GS, que julgou a Yamaha menos agressiva na resposta ao acelerador que sua alemã. Por outro lado o mesmo colaborador enalteceu os dotes ciclísticos da Yamaha, estabilidade, maneabilidade e solidez direcional.

UMAG ST3:2Outro aspecto que alguns julgaram “aperfeiçoável” foi o fato de que operar o computador de bordo exige alcançar um pequeno botão no painel para “rodar” as informações, coisa que deveria ser feita através de uma tecla no punho de luz esquerdo, claro. Outro breve crítica veio da turbulência causada pela bolha para-brisa no topo do capacete, que na nossa moto era do modelo grande, opcional. Detalhe curioso é que quem reclamou disso é um piloto de 1,70 m de altura. Outros, mais altos, não chiaram tanto, talvez por conta do tal fluxo de ar atingir a viseira. Todavia, não há dúvida nenhuma sobre a enorme protetividade oferecida pela Super Ténéré, acrescida por outro acessório, os pequenos defletores que ladeiam o painel.

O radiador é pequeno para um motor 1.200cc

O radiador é pequeno para um motor 1.200cc

O radiador na lateral esquerda, posicionado de maneira insólita, ou seja, sem colher o fluxo de ar de frente como a maioria das motos, gera, quando a ventoinha entra em ação, algum calor na coxa esquerda. Nada de incômodo nesses dias de fim de outono paulista, mas que nas regiões mais quentes poderá causar desconforto, mas frisamos, pequeno. Já a proteção proporcionada por este posicionamento é impar, e difícilmente um tombo irá afetar o radiador, muito menos pedras lançadas por outros veículos em estradas de chão, ou pela própria roda dianteira. E falando em posicionamentos insólitos, cabe lembrar que na Super Ténéré a proteção direita do tanque é uma tampa que esconde a bateria, componentes elétricos e um jogo de ferramentas, evidenciando a vontade dos projetistas de deslocar peso para a dianteira. Aliás, que dianteira! Pregada no solo, a Super Ténéré se deixa levar quase que como fosse uma superesportiva, capaz de apavorar em curvas apesar de a nossa unidade – equipada com os bons Metzeler Tourance – estivesse com o pneu dianteiro meio passado, próximo de seu “the end”. Nos qulômetros que rodamos com ela no off-road, a Super Ténéré nos fez ver o DNA de vencedora do Paris-Dakar ao qual o nome remete ppois apesar de grande e pesada, é uma moto perfeita para pilotar em pé, equilibrada, previsível e “na mão”.

Na lateral direita, bateria e ferramentas.

Na lateral direita, bateria e ferramentas.

Voltando ao grande talento desta maxitrail, as viagens, importantíssimo frisar a excelência das malas laterais, dentro das quais há belas bolsas de cordura que facilitam a vida do viajante. Chegou no hotel? Nem precisa tirar as malas rígidas (mesmo porquê a operacão não é das mais fáceis por conta das travas plásticas endurecidas pela água, poeira e terra), basta levar as bonitas bolsas personalizadas. Top case? Tem, mas não veio “trabalhar” em nosso teste. Aquecedor de manopla? Tem também, mas sua aparência é de acessório “gambiarra”. Já os faróis auxiliares conquistaram dez entre dez colaboradores pela competência na função de ajudar a enxergar melhor à frente (já que ninguém sacou que o acrílico era “FOR OFF-ROAD USE ONLY”…).

Dentro das malas há bolsas de cordura removíveis.

Dentro das malas há bolsas de cordura removíveis.

Que mais? Ah, o consumo. Alinhado com o que esperávamos, parecido com o da também testada durante um mês, a Kawasaki Versys Grand Tourer,  que difícilmente supera os 19-20 km/l sem o piloto não prestar atenção. Um aspecto ótimo desta Yamaha é que, apesar de grande e pesada, não é o “trambolho” pois mesmo com malas circula bem entre os carros na cidade (o guidão largão avisa quando a fresta é pequena) e manobrá-la parada não exige força de titã, desde que o calço que levanta o banco (uma peça plástica simples e fácil de colocar em pôr) esteja de férias, guardadinho em uma das malas laterais para as eventualidades. Quais eventualidades? Para uso em estrada, pois mesmo os mais baixos vão gostar de viajar com as pernas bem estendidas. Aliás, ponto altíssimo desta Super Ténéré é a espetacular ergonomia, a ótima relação entre a distância do banco (excelente) pedaleiras e guidão. E o mesmo vale para falar do banco traseiro: passageiros e passageiras desta Yamaha a-d-o-r-a-r-a-m  conforto oferecido. O problema é só montar e desmontar, por conta das malas e da altura não indiferente.Diário ST-8

Resumo: todos que usaram a Yamaha XT 1200Z Super Ténéré foram gostando cada vez mais dela conforme passavam os quilômetros. Sinal de que ela é melhor do que parece, óbvio, mas de que a Yamaha deveria investir em uma campanha de test-drive junto aos clientes da concorrência e, quem sabe, alcancar a cifra que nos foi dita durante o lançamento em 2011 ser o alvo da empresa: vender 600 motos ano, objetivo do qual jamais chegou nem perto.

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  • Pedro Luiz

    Eu lanço uma hipótese a respeito da baixa venda: a BMW, além de ser um ícone neste nicho de motos, está há anos no mercado de motos aventureiras; isto dá uma certeza de que, após desembolsar mais de R$60mil (chegando na casa dos RS 80mil) o proprietário terá a certeza de poder manter a moto por muitos anos, que a concessionária dará total apoio.
    Já a Yamaha pecou (como tem pecado regularmente) por não dar continuidade em produtos importantes (veja o caso da MT03). Se houvesse mantido a progressão da antiga Tenere, certamente teria hoje mais confiabilidade.
    Eu particularmente, se vier a ter R$60mil para investir em uma moto não pensaria duas vezes: compraria a Super em detrimento das BMW, por tudo o que li a respeito. Para as minhas necessidades, a Super está um ponto acima.

    • Renato

      Sobre as baixas vendas da Super Ténéré eu gostaria de dizer minha opinião.

      Entrei outro dia numa concessionária Yamaha aqui em Salvador (já havia entrado em outras e não tinha gostado), com intenção de comprar uma XT660Z. Esperei cerca de 20 minutos para ser atendido, neste meio tempo pude ver a desorganização, o despreparo e a sujeira da concessionária.
      Simplesmente enquanto estava sendo atendido pensei: “Se vou investir uma quantia razoável em uma moto quero um local decente para fazer manutenção, quero ser bem tratado, quero poder confiar nos serviços da autorizada.”
      E assim eu, ex-proprietário de uma v-max e uma XT600E, desisti de voltar a ter uma Yamaha. Em Salvador não existe uma concessionária decente da marca, acredito que isso se repita em outros locais do país.

  • Drausio Hermann

    Roberto Agresti,
    não concordo em parte com sua tese de que em uma MaxiTrail vale mais um quadro pesado de aço ao invés de um mais leve em alumínio.
    Me corrija se estiver errado, mas quadros de alumínio hoje são resistentes o suficiente para atravessar o Rali Dakar sem problemas, em ritmo de competição e com direito a quedas e ect.
    Acredito (como disseram no teste) que a ciclística da Ténéré ajude no OffRoad, mas, se além disso pesasse em ordem de marcha uns 235 Kg (peso aproximado da nova GS e KTM 1190 – que têm quadro de aço), a Yamaha seria ainda melhor fora das estradas, sem prejuízo aos mais aventureiros.

  • Alexandre Leite de Moraes

    Bom, eu avisei faz tempo sobre a proteção do farol…
    Sobre o mercado, é fácil entender: vá a uma das centenas de concessionárias Yamaha e tente comprar uma Super Tenere. Os vendedores não sabem nem do que você está falando. Somente em poucas concessionárias ela está disponível. Estive na dúvida entre ela e a R 1200GS e optei pela BMW, mesmo sendo mais cara. Ocorreu que fui a uma concessionária perto de casa e ninguém lá, nem mecânicos nem vendedores tinham ao menos visto a moto. Na concessionária BMW tive todo o respaldo. Outra coisa é que a BMW R GS é vendida há 33 anos, sempre inovando, ininterruptamente. A Yamaha? Fizeram a Tenere 600, depois a 660 (nunca veio ao Brasil), a 750 e parou. Hiato de anos. Depois voltou com a 660 nova e a 1200, que não tem cara que vai evoluir. Parece que vai seguir a sina de ser uma boa moto, que o tempo vai matar e depois de uns 10 anos alguém lança de novo, tipo V-Max. Enquanto isso vemos o aprimoramento contínuo da BMW.

  • Alexandre Leite de Moraes

    Só complementando, sem demérito nenhum para a Super Tenere, que é uma super moto e seguramente uma ótima compra. Uma big trail de verdade.

    • josue mombach

      Adoraria ver uma reportagem sobre a tenere 660, estou prestes a compra-la, recentemente li que existem varios pequenos problemas nesta moto e inclusive escrevi para a o SAC da yamaha e não obtive resposta nenhuma. obrigado!

  • Bruno Sousa

    Onde estão os números de desempenho?????

  • Tabajara

    É como disse o Pedro Luiz: descontinuidade. Acho que a Yamaha/Japão pensou que com a TDM no lugar da SuperT, ficaria tudo na mesma.
    Mas a BMW, desde quando criou a muito tempo a R800 GS, só vem melhorando o que já era bom, não deixando os fãs sem produto.
    A Yamaha tirou a XT 600 e já colocou a XT 660, aí sim está certo.
    E muita gente achava que a SuperT teria em um futuro próximo(isso nos anos 90), o motor da TDM, mas não foi isso que aconteceu.
    Até que a nova SuperT está indo bem no Brasil, onde possuir uma BMW, é ter muita paciência na hora de manutenção.
    Maquinão, as duas, claro.

  • Rocão

    Tem um detalhe importante: a BMW é feia pacas, com aquela frente “zoiuda” tipo aquele boleiro Amaral, e o paralama comum picotado daqueles que os caras do bonde faziam nos tíquetes. O chassi parece que foi feito no serralheiro da esquina. Excesso de ângulos e detalhes sem pé nem cabeça tornam a GS1200 é uma poluição visual. Enfim, gosto é subjetivo, mas não conheço BMW bonita, só menos feias.

  • Paolo Boscarol

    Caros,

    A pouco mais de um mes resolvi trocar minha Suzuki M1500 “quebra costas” por uma big trail. Primeira opção, claro, R1200GS. Estava quase fechando (depois de avaliar a Triumph Tiger Explorer). Já tinha descartado a Versys 1000 pelo alto seguro e falta de cardã. Mês passado comprei a revista concorrente com o comparativo entre R1200GS 2013 e a Triumph Explorer, nada conclusivo, mas ao folhear o resto da revista tinha uma matéria sobre a melhor compra para cada modelo e no caso das big trails, lá estava a XT1200Z Supertenere como campeã pelo 2º ano consecutivo. Bom só tinha visto a Superten nos salões de 2011 e 2012 e como os colegas falaram acima, não tinha ninguém para dar mais detalhes…
    Resolvi então pesquisar mais sobre a Superten em forums nacionais e gringos e só vi elogios. Fiz também a cotação do seguro e me surpreendi com o premio menor que o da minha custom. Pesquisei valores de revisões, peças, consumo, etc.
    Enfim, encontrei a superten a pronta entrega em uma concessionária de Jundiaí (excelente por sinal). E fui com minha M1500 até lá com o negócio pré-acertado. Faltaria eles confirmarem o estado impecável da minha moto e eu poderia ver finalmente uma Superten ao vivo. Bom, foi amor a primeira vista (de ambos os lados…rs). A vendedora estava muito bem informada e conhecia bem o produto. Voltei para casa de Superten Branca, sorrindo como uma criança com seu primeiro brinquedo. Isso faz duas semanas e cada vez que ando com a Superten percebo mais qualidades. É uma excelente moto, tem um excelente custo benefício, é muito linda e minhas costas finalmente me agradeceram.
    A Yamaha devia trabalhar melhor o excelente produto que tem.

  • http://revistadamoto Dorli

    Sou um aficcionado pelos produtos Yamaha, mas a marca vacila um monte.
    tenho XT, já tive SuperT750, mas não se consegue acreditar que o produto vai evoluir e ficar no mercado. não tenho coragem de comprar uma nova. as BMWs são muito feias, mas tecnicamente incomparáveis e sabem vender. Ganharam confiança do mercado das altas cc. Somente com estrategia de longo prazo as japas um dia vão empatar.

  • http://www.marcelospodemotoviagem.com.br Marcelo Spode

    Sempre fui cliente Yamaha, esperei por quase 2 anos o lançamento da Tenere 1200 moto a qual admiro muito e acho ótimo.
    Mas… A Yamaha tem pecado muito no atendimento aos seus clientes, ou seja você precisa quase implorar para ser atendido numa agência.
    Em Viagem a RUTA 40 estourei um pneu na região de Catamarca, aluguei uma vam e fui na cidade de SALTA numa agencia que vende motos de grandes cilindradas. Acreditem se quiser eles vendem pneu novo michelam, vendem teneré e me disseram que não podiam sacar a roda fora para mim trocar o pneu…. Tive que ameaçar a colocar fogo e divulgar no Youtube ai resolver fazer a troca, pode…
    Bom a TENERÉ é Ótima, a Yamaha…