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YAMAHA XT 1200Z SUPER TÉNÉRÉ, UM MÊS AO GUIDÃO – PARTE 1

Enviado por on 21 de Maio de 2013 – 23:5922 Comentários
 

UMAG ST1:2Fama não falta, nem carisma. A nossa “convidada” para este mês de convívio revelador é uma aventureira de grande envergadura, que povoa os sonhos de quem deseja passar da teoria à prática quando o tema é dar a volta ao mundo sobre o lombo de uma moto. Sim, a Yamaha XT 1200Z Super Ténéré já é um mito sobre rodas mesmo tendo estreado no mercado mundial há apenas três anos (dois no Brasil). Qual a razão? Múltipla: é uma moto que carrega em suas entranhas um legado de aventura que poucas outras motos de sua categoria podem exibir. Herdeira da mãe de todas as trail modernas, a Yamaha XT 500 do final dos anos 70, a moto que temos agora nas mãos neste UM MÊS AO GUIDÃO é uma espécie de “nave-mãe”, que incorpora uma tecnologia invejável, quase que um catálogo do que a Yamaha dispõe atualmente. Há nela controle de tração em dois níveis assim como dois são os modos de gestão de potência do moderno bicilindro paralelo, que se não impressiona pela potência pura – 110 cv – o faz através de um majestoso torque de quase 12 quilos. Inova em termos de Yamaha a opção pela transmissão final por cardã, que alinha esta Super Ténéré à sua maior concorrente, a BMW R 1200 GS.

Par de discos dianteiros, sem opção para desligar o sistema ABS

Par de discos dianteiros, sem opção para desligar o sistema ABS

Quanto à ciclística também não houve economia, com o robusto chassi tubular de aço acoplado a suspensões reguláveis de alto nível. Frenagem combinada com ABS e requintadas rodas raiadas adequadas à pneus radiais sem câmara completam a cena, que tem como moldura um belo aparato em termos de acessórios opcionais ou não: bolha parabrisa regulável é de série assim como os protetores de mãos e o banco do piloto ajustável em dois níveis de altura. Já o aquecedor de manoplas, as malas laterais de alumínio, os faróis auxiliares e as barras de protecão laterais são pagos à parte.

Considerando a envergadura dessa motocicleta, a estréia dela em nossas mãos não poderia ser morna. Sendo assim, um colaborador devorador de quilômetros foi chamado para cumprir o primeiro grande trecho com a Super Ténére, fazendo nada menos do que 1.509 quilômetros em um mero final de semana, rodando da capital de São Paulo até Santa Catarina, mais exatamente à cidade de Penha. Ciro Fonseca, que nos mais recentes UM MÊS AO GUIDÃO (BMW F 800 GS e Honda XL 700V Transalp) nos deu sua importante opinião, saiu de SP no sábado de manhã determinado a assitir a etapa brasileira do Mundial de Motocross no parque BETO CARRERO WORLD.

UMAG ST1:1Nesse longo percurso percorrido sem garupa mas em companhia de outro parceiro ao guidão de uma Transalp, nosso colaborador teve chance de matar sua curiosidade sobre a Superténéré. Vejamos o que ele disse: “Sem medo de errar afirmo que esta moto é simplesmente fantástica. Apesar do tamanho imenso, é só engatar a 1º marcha e andar poucos metros para que ela nos faça esquecer dimensões e o peso avantajado, mais de 260 kg em ordem de marcha. A impressão depois de alguns minutos é de que estamos ao guidão de uma moto bem menor do que ela é. Favorece isso a altura do banco, que ajustei na posição mais baixa. O sistema que altera a altura do assento é simples, pois basta tirar o banco e remover uma espécie de moldura plástica que o deixa mais elevado, passando de 845 mm para 870 mm. Para mim, que tenho 1,70m, a Super Ténéré sem o espaçador ficou perfeita.”

Banco duplo, ajustável em altura.

Banco duplo, ajustável em altura.

Ao montar na Yamaha Ciro confessa mal ter tido tempo de observar detalhes, coisa que foi fazendo nas paradas do trajeto até Santa Catarina. No entanto imediatamente percebeu o elemento mais impactante deste modelo, o torque: “O motor é uma caso a parte. Tem torque consistente e isso favorece manter velocidades elevadas sem nenhum esforço, e com pouquíssima vibração. Mesmo em 6ª marcha, na subida, ao acelerar ela imediatamente responde, poderosa, ignorante, não levando em consideração o significativo peso do conjunto. No meu caso, apesar de viajar só, carreguei as belas malas laterais até o limite. Um item que me chamou a atenção foi o câmbio que é muito suave e tem engates bem precisos, quase dispensando utilizar a embreagem a toda hora. Outro ponto alto são os freios, potentes e progressivos na medida certa, como aliás não poderia deixar de ser numa moto de peso tão elevado. Tanto acionar o freio dianteiro como o pedal implica em desaceleração segura e parar essa grande moto com muita facilidade. Só tenho uma pequena crítica à estética do conjunto de freio traseiro (disco e suporte da pinça), que poderia ter uma aparência melhor.”

Disco traseiro e o suporte da pinça.

Disco traseiro e o suporte da pinça.

Com tantos quilômetros percorridos, curvas não faltaram para experimentar a grande Yamaha, e Ciro gostou do que sentiu: ” A Super Ténéré é excepcional em curvas, de alta ou baixa. Notei algumas balançadas na dianteira quando exagerei um pouco, mas creio que bastaria atuar na regulagem da dianteira para melhorar este item. E além disso o pneu dianteiro não está no auge de sua vida, pelo contrário. Porém, na pressa de chegar acabei não mexendo em nenhuma regulagem. Um ponto positivo vem do fato de que o amortecedor traseiro tem um pomo de regulagem da mola muito acessível, coisa importante em uma moto com capacidade de carga tão elevada, e que pode variar muito pois basta tirar as malas laterais e deixá-las na garagem para o equilíbrio mudar.

UMAG ST1:6A moto que a Yamaha nos cedeu parece um catálogo dos opcionais possíveis de se comprar para este modelo. Tem bolha para-brisa mais alta, defletores laterais, protetor de farol, piscas de led, aquecedor de manoplas e faróis auxiliares, que por sinal ajudaram bastante, na volta domigo a noite, e com garoa ainda por cima. Ja os faróis normais são apenas isso mesmo, normais, principalmente o alto, e não condizem com uma motocicleta dessa categoria e que tem como endereço fixo as grandes viagens. Deveriam ser melhores. O painel é bem completo e legível, e as luzes espia das setas bem visíveis, coisa que não acontece na maioria das motos. Um ponto alto vem também dos sistema adotado nas malas laterais de alumínio, e que vem com bolsas de cordura dentro, personalizadas com o logotipo Super Ténéré. A praticidade é enorme pois basta abrir a mala de alumínio e sair levando tudo nessas bolsas, sem que seja necessário carregar a mala rígida. Na minha opinião essa moto tem um excelente acabamento, e gostei muito da pintura do motor, naquela cor muito exclusiva.”

O painel, simples, mas completo.

O painel, simples, mas completo.

A oportunidade de viajar em companhia deu a Ciro a chance de um breve comparativo: “Em um trecho da viagem pulei na Transalp para ter a ideia exata das diferenças que existem entre uma e outra. E realmente… que diferença! Gosto bastante da Transalp mas para grandes viagens não há como negar que a Super Ténéré está em um nível superior em tudo.  A vantagem do guidão alto e largo em conjunto com o banco que não é tão macio mas com uma grande área de apoio faz com que se possa variar o posicionamento conforme os vários tipos de tocada, e isso ajuda a não cansar. Na verdade o único real inconveniente da XT 1200Z é o consumo elevado, que faz com que a autonomia seja muito pequena, um incoveniente sério para uma moto dessa categoria e que tem um tanque de 23 litros. Em um trecho bem apressado, a média foi de 12,6 km/l, na volta, cansado e rodando na chuva, consegui a melhor média, 16,4 km/l.”

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Ciro Fonseca entregou a sua companheira de final de semana impecavelmente limpa e abastecida, e para os próximos dias o destino da Yamaha deste nosso UM MÊS AO GUIDÃO será um prosaico – e inadequado – uso urbano e talvez mais alguns bons quilômetros de estrada.Diário ST-1

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  • Rocão

    Esta, pelo preço, tem obrigação de dar um baile nas anteriores avaliadas. Mas acho a F800GS mais “bang for the buck” (melhor custo/benefício). Afinal, são 18 paus de diferença, o que acho muuuuuuito. Esta moto tinha que ter o preço da Versys, 50 paus.

    • Jean Rousseau

      Um pouco ultrapassada se comparar as Triumphs ,BMWs,sou mais a minha GS 1200 LC Premium 2013 ,vc tem o que o seu dinheiro pode pagar…dizia vóvó

  • Rocão

    Motos big-big trail são um exagero. Vejamos: esta custa R$18000 a mais que a F800GS, sem que tenha desempenho e conforto a mais que justifique tanta grana. Afinal, aqui em casa não é só sacudir a árvore do quintal que faz cair notas de R$100,00. Viajamos três amigos com duas XT660R e uma GS1200. Bom, certamente o cara da GS estava melhor na fita no asfalto, mas na hora que entramos em trechos de terra as XT simplesmente sumiram na frente. Para parar a 1200GS, tinha que calcular muito bem aonde, sob pena de não conseguir sair de lá sozinho.Malas, para-brisas? Daqui a pouco alguém terá a ideia de por um limpador no para-brisa. Porque não logo um porta-malas? E que tal por mais duas rodas? Epa, isto já foi inventado: chama-se carro conversível.

  • Wellington

    Amigos da Moto!, espero que o conteúdo do site não vá se resumir às matérias dos 100 dias com a moto tal. Além do mais, o relato acaba saindo na íntegra na revista impressa. Tem coisa pra caramba acontecendo por aí a este o site de M! é um dos que mais demoram para dar notícias e o fazem a conta-gotas. Vamos fazer uso mais intenso dessa ferramenta? Não vou só reclamar, mas dar sugestões tb: uma coluna (pode ser semanal) sobre segurança, outra com dicas de manutenção (semanal), dicas para viagem e tal. Ampliem ou reduzam o que se publica na revista, não repitam simplesmente pois aí quem compra a revista acaba se sentido roubado. Abraços e bom trabalho.

  • Drausio Hermann

    Sou um tarado por motos e gosto muito da Revista da Moto! Concordo com o amigo Wellington nas sugestões. Evoluir é o destino certo para qualquer trabalho bem feito. E ajustes fazem parte de todo projeto em execução.
    Com relação ao cometário do amigo Rocão, não concordo muito na questão conforto. Ainda não tive o prazer de andar na Super, nem na GS800, mas basta olhar e comparar bancos, bolhas e proteções aerodinâmicas de carenagem para julgar a Super muito mais confortável e, claro, menos apta ao offroad.
    Curto muito viajar de moto com minha mulher e os três baús da V-Strom lotados (desse detalhe nem gosto tanto). E, se fosse fazer isso de XT660, não teríamos o mesmo prazer… (Como já fizemos de Falcon e outras.)
    Amigo Agresti, pessoalmente, leio mais os 100 dias no impresso. Mas entro sempre no site pra saber novidades e interagir com outros loucos por 2 rodas… Adorei a entrada da Super no testo, sem dúvida, é um dos meus alvos como próxima moto.

    Ps. A Super está bebendo muito!? Será que está amaciando? Podem informar??
    Ps 2. Podia rolar espaço para leitores marcarem encontros e pesseios..

    Valeu!! Abraços a todos!

  • http://econoespaco.blogspot.com Luiz Augusto Victorino Alves Corrêa

    Não curto motos muito pesadas e minha tocada não necessita de motos com mais de 70 cv… mas a SuperTénéré poderia me fazer mudar de ideia. Acho o custo X benefício dessa japonesa bem interessante.

    Uma big trail com cardã e ABS por 60 mil pilas é algo bem interessante.

  • Webster Vilela

    Uma moto para custar mais de 50 mil tem que ser a excelência da Engenharia sobre duas rodas. Um comentário abaixo ilustra muito bem. A BMW F800GS faz muito bonito por 18 mil a menos. A própria BMW R 1200 GS perde alguns clientes para a 800. Se deixarmos o poder aquisitivo de lado, as opções mais baratas, digo, menos caras garantem ótima diversão.

  • Tabajara

    Sensacional a Superténéré 1200. Um sonho de moto certamente, mas acho que a Yamaha poderia também seguir a onda do mercado e lançar uma versão menor de 750/800cc, que certamente viria a calhar para muitos motociclístas mundo afora, desinteressados em super-potências.
    Agora, a BMW F800 carrega quase meia tonelada. Qual a capacidade de carga dessa Superténéré?

  • Rocão

    Caro Drausio, viajei com minha esposa por Portugal com a GS800 e ela achou ótimo. E achei a moto impecável também. Não a comprei porque optei por ter a XT e uma CB 1300 Super Four. Ao invés de gastar uma nota numa F 800 GS nova, comprei a XT 660 R 2006 (com só 6000 km) por 18 paus há dois anos atrás e a Super Four 2007 (com 8000 km) me saiu por 27 paus ano passado. Total: R$45000,00. A XT a achava meio fru-fru, que não era para terra, mas do jeito que estas motos estão cada vez mais asfalteiras, hoje ela parece um trator comparado às outras. Gosto muito das duas, mas a XT… é muita alegria com (relativamente) pouco dinheiro. Saudações motociclísticas.

  • Pedro Luiz

    Eta sonho… é tão fantástica que chega a ser difícil criticá-la sem cair no ridículo. Não é perfeita, óbvio, mas se eu tivesse os $$$$ necessários não pensaria duas vezes.
    Grande mês ao guidão para os felizardos da revista M!

  • Drausio Hermann

    É isso aí Rocão!
    Bom é andar de moto. Existem muitos modelos por aí, pra todos os gostos e tipos de uso.
    Também tenho como meta ter mais de uma moto. Parabéns pelos “brinquedos”…
    Legal seu relato sobre a GS800. Achava que era desconfortável em viagens mais longas, devido formado do banco. O que, também, não a invalidaria por completo, uma vez que há bons bancos comfort no mercado e bolhas maiores também.
    A GS800 já foi um sonho de consumo mas acabei me realizando com minha atual moto (com custo de 600 e porte de trail 1000). Você tem escutado e/ou lido relatos de probleminhas nas BMW de Manaus? Eu tenho com alguma frequencia.
    Abraço!

  • Wellington

    Eu acho essas big-trails lindas, principalmente as Yamaha e Triumph. Infelizmente, me faltam pernas e perna$. Fico com minha XJ6n, que me dá imenso prazer no dia-a-dia e nos bate-e-voltas da vida.

  • Rocão

    Oi Drausio, a única coisa a respeito da BMW que já ouvi é que a manutenção dela é muito cara. Quanto a problemas, aqui no sertão tem caras que já rodaram 20.000km com ela fazendo manutenção com mecânico de confiança sem que sofressem problemas. Em Minas a concessionária mais próxima da minha cidade está a 450 km de distância. A primeira revisão gratuita fica por R$500,00. Imagine as outras. Se a sua moto é uma V-Strom 650, acho uma ótima escolha, como asfalteira que eventualmente pega estrada de terra batida. Sem falar que as Suzuki são motos muito resistentes e com ciclística acertada. A V-Strom 650 dá 200 km/h, muito mais do que precisamos para uma viagem rápida, sendo mais leve, maneável e econômica que a 1000. Muitas vezes, cilindradas elevadas acabam servindo somente para aquele papo de boteco onde “o meu é maior que o seu”, mas na hora do vamos ver isto se mostra inútil.

  • Spud

    Vcs simplesmente se superam a cada teste !!!
    Parece q vcs leram meu pensamento !
    Tenho uma CB SF e vivo namorando as BIG Trails …… O problema é q quando saio com minha 1300 desisto rapidinho de trocá-la !!!
    O bom é q com essa bateria de testes com todas estas BIG’s, se algum dia eu tiver coragem de mudar de categoria, já sei quem vai ser minha nova companheira !!!

    Abs a todos
    Spud

  • Drausio Hermann

    É verdade Rocão!
    Não preciso de mais motor do que os 67 cv da minha V-strom 650. E se “chamar na capa” na cidade, ela chega a assustar.
    Talvez, com a moto bem carregada (como costumo viajar com a patroa), tenha que reduzir marchas onde as maiores não pediriam.
    Mas como você disse, pagar quase o dobro ou até mais que isso, pra não precisar reduzir marcha é um luxo que hoje não posso ter.
    E, se pudesse, também avaliaria a autonomia. Rodo fácil 300 Km sem abastecer. Tenho dúvidas quanto ao consumo dessas motos maiores na estrada.
    A minha faz em média 20Km/L na estrada. A Super Ténéré desse teste está bebendo assustadoramente… Imagino que seja devido amaciamento do motor. Posso estar enganado, mas uma moto de 1.200cc deveria levar todo o peso com menos esforço e rotação.
    Grande abraço!

  • João Paulo Pirágine

    Vcs simplesmente se superam a cada teste !!!
    Parece q vcs leram meu pensamento !
    Tenho uma CB SF e vivo namorando as BIG Trails …… O problema é q quando saio com minha 1300 desisto rapidinho de trocá-la !!!
    O bom é q com essa bateria de testes com todas estas BIG’s, se algum dia eu tiver coragem de mudar de categoria, já sei quem vai ser minha nova companheira !!!

    Parabéns !

    Abs a todos
    Spud

  • Ricardo Boris

    Os testes são referência para quem pretende adquirir uma BigTrail. Como eu, que tenho uma custon (Mid) e penso em mudar de estilo, embora muito satisfeito com minha máquina. Mas creio que para longas jornadas as BT são mais adequadas.

    Bem, pretendo adentrar a esse versátil mundo das BigTrails ano que vem (2014), at é por que não vou comprar moto nova no segundo semestre do ano, quando os modelos do ano seguinte estão na iminência de serem apresentados. Então, enquanto chegam os modelos 14/14 (até abril do próximo ano, aproximadamente), vou estudando todas as possibilidades. E este site é o melhor para fazer esta avaliaçã

  • Ricardo Boris

    Os testes são referência para quem pretende adquirir uma BigTrail. Como eu, que tenho uma custon (Mid) e penso em mudar de estilo, embora muito satisfeito com minha máquina. Mas creio que para longas jornadas as BT são mais adequadas.

    Bem, pretendo adentrar a esse versátil mundo das BigTrails ano que vem (2014), at é por que não vou comprar moto nova no segundo semestre do ano, quando os modelos do ano seguinte estão na iminência de serem apresentados. Então, enquanto chegam os modelos 14/14 (até abril do próximo ano, aproximadamente), vou estudando todas as possibilidades. E este site é o melhor para fazer esta avaliação.

    As candidatas são F800GS, Tiger800 ou as maiores: R1200GS, Tiger1200 e também (lógico!) a XT1200Z Super Teneré, a que apresenta o melhor custo-benefício de todas!

    Na minha busca por informações, dicas e novidades, deparei-me com um BOATO (formum Teneré Club) que me deixou intrigado: de que a Yamaha DESCONTINUARIA a Super Teneré em 2014 no mercado brasileiro.

    Se isso for verdade, o que não posso descartar ante à falta de compromisso da Yamaha com os consumidores noutros casos semelhantes (MT-03, por exemplo), cai por terra minhas pretenções de colocar uma ST na minha garagem, o que seria muito provável, não fosse essa incerteza, ante à beleza, qualidade e custo-benefício oferecidos pela ST. Restando-me acumular mais algum ($$) para pegar sua concorrente alemã.

    Alguém saberia informar algo sobre isso?

    Att,
    Ricardo Boris

  • http://habeas-corpus-do-asfalto.webnode.com/ S. Felix

    Companheiros de Estradas

    Sou suspeito em falar dessa máquina (já que a dona yamaha não faz propaganda. Dizem que o que é bom não precisa de propaganda, todos já sabem). Eu e um amigo com ST idênticas, percorremos 14.788km em 26 dias (Fev-Mar 2013), passeio denominado de: do atlântico ao pacífico, com direito ao deserto de atacama, vulcão Osorno-Chile e Bariloche.
    Problema? zero, troca de óleo em Foz do Iguaçu e Barilhoche.
    Então falar de moto é como falar de futebol, partido político…cada um tem sua preferência, o importante é o resultado prático = satisfação do usuário.
    Quando a ST estiver mais velhinha, troco por outra nova, pois o tanque de 23L faz aliado a economia faz a diferença em longas viagens, que não é o caso para aqueles que tem moto para ir alí comprar pão.
    obs: vejam site:http://habeas-corpus-do-asfalto.webnode.com/

  • cleomar

    tenho 43 anos fui motoqueiro ate os 30 depois parei problema hernia disco coluna agora estou muito afim de uma 1200 duvida bmw ou tenere
    o que fazer qual escolha sera realmente a melhor

  • Danilo Murrins

    A moto não será descontinuada, essa informação não é verdadeira. Já existe a teneré 2014 para vender, agora eles disponibilizaram a nova cor, cinza fosco. Abraço.

  • Augusto

    A observação da reportagem sobre os faróis “normais” serem fracos se deve os fato deles estarem com a proteção de acrílico, opcional indicado para proteção no offroad apenas, mas não indicado para uso em rodovia, porque ele dispersa a luz diminuindo a eficiência do farol.